31 de dez. de 2012

Contrações de treinamento (ou de Braxton-Hicks)

O que são as tais contrações falsas, de treinamento ou de Braxton-Hicks?
Lá pela metade de sua gravidez, às vezes até antes, você pode notar que os músculos do seu útero deixam sua barriga dura, o que dura de 30 a 60 segundos. Nem todas as mulheres sentem essas contrações, que surgem aleatoriamente e costumam ser indolores.
Elas recebem o nome de contrações de treinamento, contrações "falsas" ou contrações de Braxton-Hicks, em homenagem ao médico inglês John Braxton Hicks, que as descreveu pela primeira vez em 1872.
Os especialistas acreditam que elas sejam uma espécie de treino do corpo para o trabalho de parto. Alguns acham que elas colaboram para o processo de "apagamento" do colo do útero (que vai ficando mais fino) e para a dilatação.
As contrações de treinamento costumam ser sentidas a partir de 16 semanas, ou bem mais tarde. Mas também é normal não sentir essas contrações nenhuma vez.

Como vou saber a diferença entre as contrações de treinamento e as contrações de verdade?

A maioria das grávidas de primeira viagem faz essa pergunta, e a resposta mais adequada, a que recebem dos médicos e de quem já passou por isso, chega a dar raiva: "Você vai saber quando for trabalho de parto de verdade". Mas eles estão certos.
Veja as diferenças.
Contrações de treinamento
  • Acontecem só algumas vezes por dia, e não mais que duas vezes por hora.
  • Normalmente param quando você muda de atividade. Se você passou muito tempo sentada, levante-se e caminhe. Se ficou muito tempo de pé, sente-se ou deite-se.
  • São irregulares, não pegam ritmo. Ou, se pegam, é só por um período curto.
  • Não são muito compridas: duram menos de um minuto.
  • Não vão aumentando de intensidade.
  • Podem atingir só uma parte da barriga
  • Podem ser deflagradas pelos movimentos ou pela posição do bebê
Contrações do trabalho de parto
As contrações verdadeiras
são:
  • Mais compridas: a barriga fica dura por mais tempo.
  • Mais regulares.
  • Mais doloridas.
  • Não param de vir. Cada uma que vem é mais forte que a outra, e o intervalo entre elas vai ficando cada vez menos.
  • Não melhoram se você mudar de atividade.
  • Atingem a barriga inteira e às vezes as costas
  • Não dependem da posição ou da movimentação do bebê
O ritmo é o mais importante, preste atenção nele. Sempre que perceber que está tendo várias contrações, marque o horário, para acompanhar o intervalo entre elas.

E se as contrações de Braxton Hicks começarem a doer?

À medida que sua gravidez avança, esse tipo de contração pode ficar mais intensa, e é possível que doa. Quando elas começarem a ficar mais fortes e frequentes, você pode até achar que o trabalho de parto começou para valer, mas o tempo passa e elas continuam irregulares em termos de intensidade, frequência e duração -- e podem até desaparecer completamente, levando você à loucura.
São os chamados alarmes falsos. Se você sentir que suas contrações estão diminuindo ou se espaçando, provavelmente elas não passaram de contrações de Braxton-Hicks (ou falso trabalho de parto).
Uma sugestão é usar as contrações de treinamento para praticar técnias de respiração
que vão ajudá-la no parto vaginal.

O que eu devo fazer para aliviar o desconforto das contrações falsas?

Muitas mulheres acabam notando que as contrações vêm com mais frequência quando elas fazem alguma atividade física, mesmo que seja tirar as compras do carro. Outras percebem que a bexiga cheia demais deflagra contrações de treinamento.
Se as contrações estiverem incomodando você, faça o seguinte:
  • Vá ao banheiro fazer xixi.
  • Mude de atividade. Se estava em pé, deite-se um pouco. Se ficou muito tempo sentada, levante-se e dê uma caminhada.
  • Tome um copo d'água.
  • Se ainda assim não melhorar, você pode tomar um banho morno.

Quando devo me preocupar com as contrações?

Procure atendimento médico se:
Para quem está com menos de 37 semanas
  • Se a contração for acompanhada de secreção vaginal parecida com água ou sangue. Podem ser sintomas de rompimento da bolsa ou de problemas com a placenta.
  • Se sentir mais de três ou quatro contrações em uma hora, ou se elas estiverem vindo em intervalos regulares. Pode ser sinal de trabalho de parto prematuro.
Para quem está com 37 semanas ou mais
Você só precisa procurar o médico quando suas contrações durarem cerca de 60 segundos cada uma e acontecerem a um intervalo de cinco em cinco minutos, tirando as mulheres com histórico de parto rápido ou que morem muito longe do hospital. Nesses casos, é melhor procurar orientação se as contrações estiverem regulares, independentemente do intervalo.

Cólica na gravidez

Ponto principal: dores na barriga quase nunca são sinal de um problema grave. Fale com o médico se você tiver outros sintomas como sangramento, febre ou aumento de secreção vaginal.

É normal sentir cólica na gravidez?

Sim, é normal. Carregar um bebê na barriga pressiona os músculos, ligamentos, veias e os outros tecidos internos do seu corpo, portanto não é de surpreender que você fique desconfortável.
A maior parte dessas dores melhora se você mudar de posição ou encontrar uma forma de relaxar. No entanto, se houver outros sintomas, como febre, sangramentos, calafrios, vômitos e dor ao urinar, pode ser sinal de um problema mais sério e você deve procurar orientação médica imediatamente.

Há algo que eu possa fazer para melhorar a cólica na gravidez?

Sim, você pode tomar algumas medidas para amenizar a dor. Comece tentando identificar a causa:
Distensão nos ligamentos:
  • O que você pode sentir: Cólicas leves de um lado ou dos dois lados.
  • Qual é a causa: Os ligamentos estão se distendendo para sustentar o útero, que está crescendo.
  • Quando pode acontecer: Desde o comecinho até o fim da gravidez.
  • O que fazer: Sente-se ou deite e coloque os pés para cima. Descansar quando a dor aparece costuma aliviar a cólica. O médico pode receitar analgésicos ou antiespasmódicos. Mas só tome remédio sob orientação expressa do médico que acompanha sua gravidez.
Orgasmo:
  • O que você pode sentir: Cólica durante e depois do orgasmo, às vezes associada à dor nas costas.
  • Qual é a causa: As veias da sua região pélvica podem estar sobrecarregadas. Ou você pode estar tensa; muitas pessoas ficam nervosas quando fazem sexo na gravidez.
  • Quando pode acontecer: A qualquer momento durante a gravidez.
  • O que fazer: Embora você não precise evitar o sexo numa gravidez normal, é melhor manter um ritmo que seja confortável para você. Uma massagem nas costas depois do orgasmo pode ajudar a amenizar a dor.
Falso trabalho de parto:
  • O que você pode sentir: Cólica e uma dor nas costas persistente.
  • Qual é a causa: A pressão na região pélvica e no reto.
  • Quando pode acontecer: Nas últimas semanas da gravidez.
  • O que fazer: A cólica do falso trabalho de parto é bem mais leve que as contrações do trabalho de parto real. Para algumas mulheres, deitar um pouco é positivo; para outras, uma caminhada mais vigorosa ameniza o incômodo. Bolsa de água quente ou um banho morno (de banheira ou com o jato do chuveiro direcionado para as costas) podem ajudar.
Gases
  • O que você pode sentir: Dor em qualquer área da barriga, nas costas e até no ombro.
  • Qual é a causa: Determinados alimentos podem causar acúmulo de gases no sistema digestivo durante a gravidez. Tente lembrar se você comeu alguma coisa que predispõe aos gases (como feijão, brócolis, sorvete).
  • Quando pode acontecer: Em qualquer momento da gravidez.
  • O que fazer: O obstetra pode ainda orientá-la a tomar medicamentos seguros antigases, como a dimeticona ou simeticona.

Quando devo procurar o médico?

Se a dor não diminuir depois de alguns minutos de repouso, ou se for acompanhada de sangramento, hemorragia, febre, calafrios, forte secreção vaginal, sensibilidade e dor, ligue para o médico. Veja abaixo alguns problemas mais graves que podem causar cólica:
Gravidez ectópica:
  • O que você pode sentir: Cólica acompanhada de dor aguda e sensibilidade, normalmente começando em um dos lados e se espalhando pela barriga. Pode haver também um sangramento escuro e aguado e dor forte no ombro.
  • Qual é a causa: O óvulo fertilizado implantou-se fora do útero: nas tubas uterinas, no ovário, na cavidade abdominal ou no colo do útero.
  • Quando pode acontecer: Geralmente entre a quarta e a décima semana de gravidez.
  • O que fazer: Procure ajuda médica imediatamente. A gravidez ectópica pode ser até fatal se não for tratada.
Aborto espontâneo no início da gravidez:
  • O que você pode sentir: Cólica acompanhada de sangramento e dor no baixo ventre, durante os primeiros três meses da gravidez.
  • Qual é a causa: No primeiro trimestre, a maioria dos abortos espontâneos acontece porque o feto não está se desenvolvendo como deveria. É raro que eles se devam a algo que a mãe tenha feito ou tenha deixado de fazer.
  • Quando pode acontecer: Até a 12a semana de gravidez.
  • O que fazer: Ligue para o médico, deite-se ou sente-se com os pés para cima e tente se acalmar. Se a cólica for acompanhada de hemorragia, vá para o pronto-socorro mais próximo. Depois de examiná-la, o médico vai poder dizer se o aborto já aconteceu, se está acontecendo ou se é só uma ameaça.
Aborto espontâneo tardio:
  • O que você pode sentir: Cólica acompanhada de forte sangramento.
  • Qual é a causa: Normalmente é provocado por problemas na placenta, uma doença na mãe ou alguma lesão.
  • Quando pode acontecer: Entre a 12a e a 23a semana de gravidez.
  • O que fazer: Se a cólica vier junto com uma hemorragia, ligue para o médico e vá para o pronto-socorro mais próximo. Se tiver acontecido um aborto, pode ser necessário fazer uma curetagem. Caso se trate só de uma ameaça de aborto, o médico pode receitar repouso.
Trabalho de parto prematuro:
  • O que você pode sentir: Rompimento da bolsa; mudança no tipo de secreção vaginal (mais aguada, com sangue ou parecida com muco) ou aumento na quantidade de secreção; pressão no baixo ventre; dor nas costas constante; cólicas abdominais e/ou diarreia; contrações regulares ou enrijecimento do útero, muitas vezes indolores.
  • Qual é a causa: Muitos fatores podem provocar o trabalho de parto prematuro, entre eles doenças ou o estresse. Mas muitas vezes a causa é desconhecida.
  • Quando pode acontecer: A qualquer momento entre a 23a e a 37a semana.
  • O que fazer: Ligue imediatamente para o médico ou vá para o hospital mais próximo. Lá, uma equipe médica vai tentar interromper o trabalho de parto com remédios e/ou repouso. Se eles conseguirem, você será orientada a tomar medicamentos para conter as contrações e a fazer repouso até o fim da gravidez.
Ter cólicas a partir da 37a semana pode significar que você está nos estágios iniciais do trabalho de parto. Nessa fase, as cólicas não são motivo de preocupação e fazem parte da preparação do seu corpo para o nascimento do bebê. Você pode também sentir dor constante na lombar, causada pela crescente pressão em cima da bacia.

Outras causas para as cólicas

Muitas outras condições podem provocar cólicas, se você está grávida ou não. As causas para esse tipo de incômodo abdominal podem ser viroses, intoxicação alimentar, apendicite, pedras nos rins, infecções urinárias e cálculos biliares (mais comuns na gravidez).
Miomas também podem crescer durante a gestação e causar desconforto.

É normal ter cólica nos dias seguintes ao parto?

Sim. Muitas mulheres sentem cólicas que pioram quando elas amamentam. As dores são causadas por contrações do útero, que está voltando à posição e ao tamanho que tinha antes da gravidez.
Essas cólicas podem durar até uma semana depois de você ter dado à luz. Se a dor for muito forte, o médico pode prescrever analgésicos. Mas, se a dor persistir ou se você tiver febre, calafrios ou muito sangramento, procure o médico para que ele descarte a possibilidade de uma infecção ou outros problemas do pós-parto.

As contrações não costumam durar mais que uma semana. Vão embora junto com a azia, o enjoo e os muitos desconfortos que você teve de aguentar na gravidez. Você finalmente vai começar a ter seu corpo de volta!

Cansaço e sono na gravidez

 

Ponto principal: o cansaço e o sono avassalador são muito comuns no começo da gravidez. Descanse e durma o máximo que puder.

Por que estou tão cansada, agora que fiquei grávida?

Você não está sozinha! A gravidez sobrecarrega todo o seu corpo, daí o cansaço. O sintoma de que as mulheres mais se lembram do começo da gravidez é a constante sensação de exaustão. Até quem costuma ficar acordada até tarde de repente se vê tendo de fazer força para manter os olhos abertos diante do programa preferido na TV, à noite, ou mesmo no cinema.
Ao longo de toda a gestação, mas principalmente no primeiro trimestre, seu corpo trabalha duro. Você está fabricando a importantíssima placenta, o sistema que sustentará o seu filho. Esse processo só será concluído no final do primeiro trimestre.
Seus níveis hormonais e seu metabolismo estão mudando rápido, e ao mesmo tempo as taxas de açúcar no sangue e a pressão tendem a cair. Tudo isso contribui para a sensação de cansaço.

Quanto tempo o cansaço e o sono vão durar?

Cada pessoa é diferente, mas nas grávidas o cansaço costuma ser maior no primeiro trimestre e no começo do segundo trimestre. O bom é que lá pela metade do segundo trimestre você deve sentir uma injeção de energia, suficiente para durar até o terceiro trimestre. É o momento ideal para aproveitar a gravidez e tomar conta de todos os preparativos para a chegada do bebê. Depois do sétimo mês, seu nível de energia deve começar a cair novamente.

O que posso fazer?

Ouça o que seu corpo está pedindo. Tente tirar sonecas sempre que puder, e faça de tudo para ir para a cama cedo. No trabalho, fechar os olhos por alguns minutos já faz diferença -- se você tiver a sorte de ter algum lugar onde possa descansar um pouco, aproveite. Algumas grávidas apelam até para um descanso rápido dentro do carro, se ele estiver num estacionamento seguro, ou para um descanso instantâneo de cinco minutos no banheiro mesmo.
Tente adaptar seu cotidiano. Veja se existe a possibilidade de mudar seu horário para escapar do trânsito mais pesado ou do calor. Se já tem filhos, aceite ajuda de outras pessoas para tomar conta deles, para que você possa descansar um pouco e dormir.
Tome cuidado com a alimentação. Você vai precisar de cerca de 300 calorias extras por dia -- e não estamos falando de chocolate. Uma dieta saudável
, composta de legumes, verduras, frutas, grãos integrais, leite desnatado e carnes magras vai lhe dar a energia de que você tanto precisa; comidas gordurosas e doces demais, por outro lado, acabam sabotando sua disposição.
Aguente firme e tenha paciência. Logo você estará no segundo trimestre e voltará a ter energia. A maioria das mulheres acha o período entre o quarto e o sétimo mês o melhor de toda a gravidez, em que se sentem ótimas. Não se esqueça de que fabricar um bebê é um trabalho e tanto, portanto, se achar que precisa dormir, faça de tudo para arranjar tempo e fechar os olhos, nem que só por alguns minutos.

Cãibras


Por que estou tendo cãibras nas pernas à noite?

Quando você corre, pratica algum esporte como o tênis ou fica em pé o dia inteiro, seus músculos ficam tão cansados que as cãibras podem aparecer. O mesmo acontece com a gravidez. O peso extra que você está carregando provavelmente é o responsável pelas cãibras noturnas, que podem acordá-la quando você já está no quinto sono. As cãibras acontecem com mais frequência no segundo e no terceiro trimestre.
Entre outras possíveis causas das cãibras da gravidez estão o excesso de fósforo (presente em frios, salgadinhos e refrigerantes) e a escassez de minerais como o cálcio, o magnésio e o potássio em circulação no sangue. Os cientistas ainda não definiram ao certo. Outra possibilidade é a pressão do útero sobre os nervos que vão até as pernas.
Como posso aliviar a dor?
Felizmente, as cãibras são um daqueles problemas da gravidez em que há algo que você possa fazer para amenizar a dor.
Quando a cãibra acontecer:
• Faça alongamentos. Comece esticando a perna -- com os pés flexionados na sua direção, como os jogadores de futebol que puxam a ponta do pé para si quando estão com cãibra. Dificilmente você conseguirá alcançar seus dedos do pé, mas pode ir mexendo devagar o tornozelo e os dedos. No começo vai doer, mas depois a dor deve melhorar.
• Massageie o músculo afetado pela cãibra.
• Tome um banho quente ou coloque uma bolsa de água quente na região afetada (dormir de meia também ajuda).
• Caminhe. Andar por alguns minutos costuma aliviá-las.
Há algo que eu possa fazer para evitar as cãibras?
• Alongue-se antes de dormir. Se você alongar os músculos da panturrilha (a batata da perna) várias vezes antes de ir para a cama, pode até impedir completamente que as cãibras aconteçam.
• Evite passar muito tempo de pé ou sentada com as pernas cruzadas, e tente não usar salto.
• Sempre que estiver sentada, movimente o tornozelo e os dedos do pé -- seja no trabalho, num jantar ou assistindo à TV.
• Coma alimentos ricos em cálcio. Se as cãibras estiverem atrapalhando sua vida, converse com o médico, pois ele pode receitar um suplemento de cálcio (mas evite suplementos que tenham dolomita ou farinha de osso, por causa da possibilidade de eles conterem chumbo; o chumbo é um metal pesado que atravessa a placenta e pode prejudicar o bebê). Você também pode tentar suplementos com magnésio (sempre receitados pelo obstetra).
• Coma bananas e tome suco de laranja, ricos em potássio. Os atletas são fãs dessa terapia para prevenir cãibras, embora muitos consideram que a eficácia dessas frutas no combate à cãibra não passe de um mito. Como banana e laranja só fazem bem em outros aspectos, não custa tentar.
• Evite refrigerantes, que contêm bastante fósforo.
E se a dor não melhorar?
Se a dor for constante, e não uma cãibra ocasional, ou se você perceber inchaço ou sensibilidade, fale com o médico. Você pode estar com trombose, um coágulo sanguíneo, que é um problema raro (um caso a cada 2.000 gestações) mas grave, que precisa de atendimento médico imediato.

Azia

Azia

Estou sentindo uma queimação no estômago depois de comer. Isso é azia?
Provavelmente. Muitas mulheres "estréiam" no mundo da azia na gravidez. Embora seja um problema comum e inofensivo, pode ser doloroso.
A azia é uma sensação de queimação que às vezes parte da garganta e vai até a boca do estômago. Ela é causada pelas mudanças físicas e hormonais que estão acontecendo no seu corpo.
Durante a gravidez, a placenta produz o hormônio progesterona, que relaxa os músculos lisos do útero. Esse hormônio também relaxa a válvula que separa o esôfago do estômago, e os ácidos gástricos que participam da digestão acabam subindo pelo esôfago, causando a sensação desconfortável de azia. A progesterona também diminui o ritmo das contrações naturais do estômago, deixando a digestão em geral mais lenta.
Mais para o fim da gravidez, a cavidade abdominal fica apertada porque o bebê está crescendo, e isso torna a eliminação dos ácidos do estômago mais lenta, além de empurrá-los esôfago acima, provocando a azia.

Quando a azia vai melhorar?

Boa parte das mulheres começa a sentir azia e a sofrer de má digestãona segunda metade da gravidez. Infelizmente, é um mal que costuma ir e vir, e que só vai embora de vez depois que o bebê nasce.

Há alguma coisa que eu possa fazer?

Claro. Talvez você não consiga acabar de vez com a azia, mas pode ajudar a reduzi-la bastante, com as seguintes medidas:
• Evite pratos fortes ou gordurosos, frituras, chocolate, frutas cítricas, bebidas alcoólicas e café.
• Faça refeições pequenas e frequentes.
• Ponha pouca comida de cada vez na boca e mastigue bem.
• Não beba muito líquido durante as refeições; isso evita que seu estômago fique muito distendido. (Mas não esqueça de que é importante beber cerca de oito copos de água por dia durante a gravidez -- faça isso no intervalo entre as refeições.)
• Depois de comer, tente ficar sem se deitar por pelo menos uma hora.
• Monte um encosto na cama com vários travesseiros para dormir numa posição semi-sentada. Existem no mercado também travesseiros anti-refluxo, que formam uma "rampa" na cama, mantendo sua cabeça elevada. A gravidade ajuda a manter os ácidos no estômago -- que é o lugar deles --, o que colabora para uma boa digestão.
• Um antiácido que contenha magnésio ou cálcio pode aliviar o desconforto, mas fale com o médico antes de tomar, porque algumas marcas contêm grande quantidade de sódio. Também não deixe de falar com o médico se nenhuma dessas medidas ajudar a aliviar o desconforto.

Fonte: Baby Center

Leia também:
Dor nas costas na gravidez
Dor e dormência na mão na gravidez
Dor de cabeça

· Dor nas costas na gravidez

Por que estou com dor nas costas?

Entre 50% e 75% de todas as grávidas sente dor nas costas em algum momento da gravidez. Mas há estratégias que podem aliviar a situação.
A culpa pela dor nas costas provavelmente é do peso do útero e das mudanças hormonais. Com o crescimento do útero, os músculos abdominais ficam mais fracos e seu centro de gravidade muda de lugar. Com isso, sua postura muda, o que acaba forçando nervos e a coluna.
A ação dos hormônios deixa as articulações e os ligamentos mais "soltos", o que provoca instabilidade e dor em momentos específicos: ao andar, ao ficar de pé ou sentada por muito tempo, ao se virar na cama, ao se levantar de um assento baixo.
O mais comum é a dor nas costas aparecer nos últimos meses da gravidez, ou ir piorando até o bebê nascer. Ela também pode persistir por algum tempo depois do parto, mas costuma sumir em poucos meses.
Nada disso parece muito animador. A única boa notícia é que a dor nas costas não afeta a saúde do bebê.

É verdade que existe mais de um tipo de dor nas costas na gravidez?

Sim, Existem vários tipos de dor nas costas na gravidez:
Dor nas costas verdadeira
É a dor causada pelos mesmos fatores que a dor nas costas em pessoas que não estão grávidas.
Ligamentos, músculos, discos e articulações podem ficar sobrecarregados devido a problemas de postura, ao hábito de carregar peso de maneira incorreta, à fraqueza ou insuficiência muscular e a lesões. O mais comum é que esse tipo de dor já exista antes da gravidez.
A dor nas costas costuma piorar no fim do dia, ou quando se fica de pé por longos períodos.
Isso se deve ao cansaço muscular e à distensão dos ligamentos, para sustentar o seu peso e o do bebê.
Dor ciática
Uma pequena proporção de mulheres sofre de ciática durante a gravidez. Trata-se da dor no nervo ciático, na base das costas, dos lados, por inflamação ou pressão.
Às vezes, o funcionamento do nervo pode ficar prejudicado, o que provoca fraqueza na perna ou sensação de formigamento. A dor pode se estender pela parte de trás da perna. Ao contrário do que acreditam as pessoas, a ciática não é causada pela pressão do bebê sobre o nervo.
É provável que, se você tiver dor no nervo ciático
, tenda a ter o problema grávida ou não. Tente identificar a ação ou posição que deflagram a dor (deitar de barriga para cima, por exemplo) e a evite.


Dor pélvica
O tipo mais comum de dor nas costas na gravidez é a dor no plexo pélvico.
A dor pélvica é consequência da gestação e deve ser tratada de forma diferente da dor nas costas comum. Os tratamentos tradicionais podem ser ineficazes e até piorar a dor no plexo pélvico.
Se você sentir dor na parte da frente, acima da vagina, no osso do púbis, pode estar sofrendo de um problema chamado disfunção da sínfese púbica.

É importante pedir ajuda ao seu médico ou a um especialista para ajudar a diferenciar a dor causada por esses problemas.
Dor causada por contrações
Em casos mais raros, as contrações de um trabalho de parto prematuro
podem vir na forma de dor nas costas.
A partir do segundo ou terceiro trimestre, preste atenção se a dor nas costas vem em ondas, e olhe no relógio para ver se elas têm alguma regularidade.
Às vezes a dor nas costas pode ser uma contração sem que a barriga fique dura.
Se desconfiar de que está tendo contrações antes da 37a. semana de gravidez, procure o médico.

Tenho como prevenir a dor nas costas?

Um dos fatores benéficos é estar na melhor forma física possível antes de engravidar. Se você já está grávida, não é tarde demais para melhorar seu condicionamento físico.
Fazer exercícios
reduz a probabilidade de sofrer dor nas costas na gestação. Se você não está acostumada a se exercitar, comece devagar, com orientação do seu médico.
Fazer atividades físicas moderadas com frequência, manter uma boa postura, evitar levantar peso
e seguir algumas orientações simples para cuidar das costas podem prevenir o surgimento de dor. Se você tiver que carregar alguma coisa, segure o objeto bem perto do corpo, dobre os joelhos, e não as costas, e tente não torcer o corpo.

Se você fica muito tempo sentada, procure manter a coluna bem reta. Um dos jeitos de fazer isso é apoiar os pés num banquinho, e usar um rolinho ou uma almofada na base da coluna. Levante-se e dê uma caminhada de tempos em tempos.
Evite usar salto alto
e prefira sapatos bem confortáveis e firmes. Se você trabalha em pé, tente se organizar para fazer um intervalo de descanso no meio do dia.

O que posso fazer para aliviar a dor nas costas?

Água e calor. Um banho quente de imersão, sem exagerar na temperatura da água, uma bolsa de água quente nas costas ou só o jato da água quente do chuveiro podem aliviar a dor nas costas.
Use uma cinta de sustentação para grávidas. Seu médico pode recomendar o uso de um cinto de sustentação para ajudar a distribuir o peso da barriga e aliviar a sobrecarga nos músculos da barriga e das costas.
Use travesseiros. Dormir de lado com um travesseiro embaixo da barriga pode reduzir a dor nas costas. Você também pode experimentar um travesseiro no meio das pernas.
Exercícios. (Exarcícios pélvicos
e para a região do baixo abdome.) Para fazer exercícios abdominais de forma segura, fique de quatro e mantenha as costas retas. Inspire e, quando expirar, faça um exercício dos músculos pélvicos e ao mesmo tempo contraia a barriga. Mantenha a contração por entre 5 e 10 segundos, sem prender a respiração e sem mexer as costas. Relaxe os músculos devagar quando terminar.
• Se você tiver dor no cóccix, tome cuidado ao se sentar e arqueie as costas até ficar confortável. Use uma almofada macia ou em forma de anel, com um buraco no meio. Essas almofadas são vendidas em lojas de artigos médicos, mas você pode tentar uma bóia de criança, ou então uma almofada de amamentação.
• Tente uma massagem. Massagear a região lombar ajuda a amenizar a dor nos músculos. Experimente se apoiar nas costas de uma cadeira, sentada, ou deitar de lado. Seu parceiro pode massagear os músculos de cada lado ao longo da coluna ou se concentrar na região lombar. Um massagista profissional, um quiropraxista, o médico ou um fisioterapeuta podem ajudá-la ainda mais.

Fonte: Baby Center

Leia mais:

Dor e dormência na mão na gravidez

Ainda não sinto muito a minha mão, mas estou correndo atras de tratamentos, por isso é bom se prevenir sempre durante toda a gravidez e após ela, eu fui saber do problema muito tempo depois que a Cecília nasceu, ou seja, fui descobrir depois que ela fez 1 ano e ainda estou procurando tratamento.

Por que meus dedos estão formigando e doendo?

A sensação de dor e dormência na mão provavelmente é causada pela chamada síndrome do túnel do carpo. Embora o problema seja mais frequentemente associado a pessoas cujo trabalho envolve movimentos repetitivos, ele também é bastante comum entre as gestantes.
Os sintomas podem incluir dormência nas mãos, formigamento, queimação ou dor nos dedos, mãos, punho, braço e até no ombro.
Trata-se de um problema nos nervos, e não de circulação, como pode parecer.
O "carpo" é a estrutura óssea do punho, entre o antebraço e a mão. O túnel do carpo é um canal que tem três lados formados por osso e um por um ligamento. Por dentro desse canal, passa um nervo importante, o nervo mediano. O inchaço e a retenção de líquidos
que são comuns na gravidez podem fazer com que aumente a pressão dentro desse espaço estreito e pouco flexível, no túnel, comprimindo o nervo mediano.
O nervo mediano é o responsável pelo tato no polegar, no indicador, no dedo médio e em metade do anular, e também comanda o movimento de um músculo na base do polegar. A pressão sobre esse nervo é a causa dos sintomas da chamada síndrome do túnel do carpo.
Felizmente, nem todas as mulheres grávidas são afetadas pela síndrome, e ela costuma ser temporária. Em alguns casos, porém, a intensidade da condição pode ser maior, e ela persiste por vários meses.
Embora possa ser considerada um sintoma "normal" da gravidez, a dor nas mãos incomoda demais e pode atrapalhar seu sono e seu dia-a-dia.

Quando a síndrome do túnel do carpo aparece?

A dor e a dormência nas mãos podem surgir a qualquer momento da gravidez, mas normalmente se apresentam no começo do quinto ou do sexto mês, junto com o leve inchaço dos tornozelos e dos pés.

O que posso fazer para aliviar a dor?

Os sintomas podem se agravar à noite. Sempre que sentir as fisgadas, mude de posição na cama -- só isso já alivia boa parte do incômodo. Tente não dormir em cima das mãos. Outro truque, que funciona para algumas pessoas, é sacudir as mãos até que a dor e a dormência diminuam. Há mulheres que dizem ter alívio colocando as mãos para o alto.
Flexionar os dedos e as mãos várias vezes durante o dia também é positivo. Se estiver com muita dor, evite movimentos repetitivos como digitar e fazer trabalhos manuais, que podem agravar os sintomas. Manter as mãos elevadas quando sentada, por exemplo sobre o encosto do sofá, enquanto você assiste à TV, também pode ajudar.
Caso trabalhe com computadores, ajuste a altura de sua cadeira para que os punhos não fiquem flexionados para baixo quando você digita. Teclados ergonômicos também podem ajudar. Lembre-se de fazer pausas para esticar as mãos e os dedos. Se a dor estiver interferindo nas suas atividades, converse com o médico. Você pode mudar de função ou até entrar em licença.

Controle a quantidade de sal na sua alimentação, para tentar diminuir o inchaço. Beber bastante líquido também ajuda a evitar o inchaço e, consequentemente, a dor.
Você pode experimentar fazer compressas de gelo ou mergulhar a mão na água gelada para ver se a situação melhora, durante uma crise. Procure manter os pulsos bem retos na hora da dor (uma tala de imobilização temporária pode ajudar, especialmente durante a noite).

Em que situação preciso falar com o médico?

Converse com o médico se a dor e o formigamento estiverem interferindo no seu sono e na sua rotina. Não tome nenhum analgésico sem a autorização do seu obstetra.
O uso de talas removíveis para imobilizar o pulso durante a noite ou nos períodos de repouso também pode ser benéfico.

Quando a dor vai embora? Vou conseguir cuidar do bebê?

Os sintomas da síndrome do túnel do carpo normalmente desaparecem um pouco depois que o bebê nasce, junto com o inchaço. O sumiço da dor, no entanto, não é imediato -- você ainda ficará inchada por alguns dias após o parto.
Se na gravidez você está com dificuldade de segurar objetos e realizar tarefas domésticas, talvez continue tendo problemas nos primeiros dez dias após o parto, mas depois disso a dor deve ir embora.
Mas não deixe de conversar com o médico, porque depois que o bebê nascer você poderá tomar remédios para a dor que não podia tomar enquanto estava grávida, e terá algum alívio.
Caso a dor persista por muito tempo após o parto, você pode precisar de um tratamento especial para aliviar a pressão sobre o nervo mediano, primeiro com remédios anti-inflamatórios, depois com injeções de cortisona ou, nos casos muito graves, até uma cirurgia simples, tudo dependendo da recomendação médica.
O procedimento é feito através de uma pequena incisão na palma da mão, para que o médico possa fazer um corte no ligamento carpal transverso, uma das paredes do túnel do carpo, liberando assim o nervo. Com a incisão, o nervo mediano volta a funcionar normalmente.

Fonte: Baby Center

Leia mais:

Dor de cabeça

Ponto principal: A maioria dos remédios para dor de cabeça, como a aspirina e o
ibuprofeno, não é recomendada para mulheres grávidas. O paracetamol, porém, é considerado seguro. Mas, antes de apelar para os medicamentos (sempre consultando o médico), você pode tentar algumas alternativas.

Desde que engravidei, venho tendo dores de cabeça horríveis. Por quê?

Não é incomum ter dor de cabeça na gravidez, em especial no primeiro trimestre. Se você sempre teve uma tendência às cefaléias, a gestação pode agravar o problema.
Os especialistas não sabem exatamente por que isso acontece, mas apostam nas mudanças hormonais que revolucionam seu corpo, e nas alterações na circulação sanguínea.
Deixar de consumir bebidas ricas em cafeína (o que é muito positivo para a gravidez) pode ter o efeito colateral de acabar provocando dor de cabeça. Entre outros possíveis responsáveis pela dor estão o cansaço permanente
, a congestão nasal, o estresse e a fome.
A boa notícia é que, para a maioria das mulheres, as dores de cabeça da gravidez tendem a diminuir ou ir embora no segundo trimestre. Os médicos acreditam que isso acontece porque o fluxo de hormônios se estabiliza, e o corpo se acostuma às alterações químicas que sofreu.
Já as enxaquecas (um tipo de dor atribuído ao funcionamento anormal dos vasos sanguíneos da cabeça) são outra história. Para algumas mulheres que sofrem do mal, ele até melhora na gravidez, mas para outras os episódios de dor se tornam mais frequentes e mais intensos.

Posso tomar alguma coisa para aliviar a dor de cabeça?

A maioria dos remédios contra cefaléia, como a aspirina e o ibuprofeno, não são recomendados. O paracetamol é considerado seguro para grávidas, se tomado com moderação. Sempre converse com o obstetra antes de tomar qualquer remédio durante a gestação.

É seguro continuar tomando meu remédio contra enxaqueca?

Depende do medicamento. Converse com o médico para saber se o remédio que está acostumada a tomar pode ser usado durante a gravidez.

A dor de cabeça pode indicar um problema mais sério?

Em algumas ocasiões, que são raras, a dor de cabeça pode ser sinal de um problema mais grave. Por exemplo, se você também estiver com a pressão alta e for detectada proteína em sua urina, você pode ter pré-eclâmpsia, um tipo de hipertensão muito perigosa durante a gravidez.
Mas, para a grande maioria das mulheres, as dores de cabeça são um efeito colateral desagradável mas temporário de ter um bebê na barriga.

Tirando os remédios, há algum truque para aliviar a dor?

Você pode experimentar as seguintes estratégias:
Descubra o que deflagra a dor
Você fica com a cabeça latejando depois de passar muito tempo dentro do escritório abafado? Então saia de vez em quando para respirar ar fresco.
Suas dores de cabeça aparecem quando você discute com seu parceiro ou briga com as crianças? Pense em maneiras de evitar essas situações antes que a irritação provoque a dor física.
Use a velha e boa compressa
Aplique uma compressa de água morna em torno dos olhos e do nariz para cefaléias ligadas à congestão nasal, e uma compressa de água fria na nuca no caso de dores de cabeça tensionais.
Submeta-se a uma massagem
Se você tiver tempo e dinheiro, aproveite e marque uma massagem de corpo inteiro com um profissional treinado. Mas, se o luxo estiver fora do seu alcance, peça a seu parceiro para massagear suas costas e sua nuca, ou apele para uma lavagem de cabelo caprichada no salão de beleza.
A massagem funciona bem principalmente nas dores de cabeça causadas pela tensão que vai se acumulando nos músculos do pescoço, dos ombros e das costas.
Coma com frequência e em porções pequenas
Níveis baixos de açúcar no sangue costumam provocar dor de cabeça. Se você comer com mais frequência, pode evitar o problema.
Se não der tempo de parar para um lanchinho, mantenha algumas guloseimas saudáveis (bolachas, frutas, barras de cereal) dentro da bolsa.
Faça atividades físicas
Há indicações científicas de que a prática regular de atividade física pode reduzir a frequência e a intensidade das enxaquecas.
Tome um banho frio
Uma chuveirada de água fria é um remédio simples mas eficaz para alguns tipos de enxaqueca, porque contrai os vasos sanguíneos dilatados, o que proporciona um alívio rápido, embora às vezes de curta duração. Se não der para tomar um banho, lave o rosto com água fria.
Tente a acupuntura
O tratamento com acupuntura é considerado seguro e eficaz contra dores de cabeça (e contra enjôos
). Peça ao médico ou a amigos a indicação de um acupunturista.

Fonte: Baby Center

30 de dez. de 2012

Dor ciática

 

Por Alison Bourne

O que é ciática?

O nervo ciático é um nervo que vai desde a coluna lombar até os pés, passando pela parte posterior das coxas. Ele permite o movimento dos músculos das pernas e é responsável pelas sensações. A chamada ciática, ou dor ciática, é a dor causada pela inflamação do nervo ciático, ou pela pressão da coluna sobre o nervo. Às vezes o funcionamento do nervo pode ser afetado, o que provoca fraqueza na perna ou sensação de formigamento. A ciática pode aparecer junto com a dor nas costas ou não, e a dor pode se refletir para a perna.

Por que a dor ciática pode aparecer na gravidez?

Ao contrário do que muita gente imagina, não há provas científicas de que a dor ciática seja causada por condições específicas à gravidez. As mudanças no corpo trazidas pela gestação podem provocar dor na região dos quadris e dor nas costas, mas não a ciática.
Às vezes, a ciática pode ser confundida com a dor pélvica, essa sim comum na gravidez. A ciática não é causada pela pressão do bebê sobre o nervo.
Em jovens, muitas vezes a dor é provocada por lesões num disco, que levam à inflamação no nervo, ou pela pressão direta de uma hérnia de disco sobre o nervo. Em pessoas mais velhas, ela pode ser decorrência da compressão de um osso ou um ligamento.
Nenhuma dessas duas situações é comum na gravidez, e, se você tem dor ciática grávida, é provável que ela apareça também em outras situações.

Quais são os sintomas?

A dor ciática pode aparecer em forma de pontadas, de queimação ou de formigamento. Ela vai e vem e varia de intensidade ao longo do dia, costuma afetar um lado só e pode ser tão intensa que torna a locomoção quase impossível. A dor pode afetar a coluna lombar (a região mais baixa da coluna), a área atrás da coxa ou ir do bumbum até o pé. Você também pode sentir formigamento ou "choquinhos" na perna ou no pé. A dor pode ser concentrada ou afetar áreas maiores.

Qual é o tratamento?

Consulte seu ginecologista ou um ortopedista, que poderá indicar fisioterapia. Uma possibilidade é usar uma cinta ou faixa de sustentação, que ajuda a segurar o peso da barriga e alivia a pressão sobre a coluna. O especialista também pode indicar exercícios para fortalecer seus músculos pélvicos, abdominais e das costas -- alongamento para a coluna e pernas pode ajudar a aliviar a dor.
Os antiinflamatórios que aliviariam a dor não devem ser tomados durante a gravidez. O tratamento com remédios terá de esperar até o bebê nascer.
Em casos muito graves, a dor ciática pode exigir uma cirurgia para consertar uma hérnia de disco. Mas esse tipo de tratamento não é feito durante a gravidez.

Dicas para aliviar a dor

• Aplique compressas quentes ou geladas na área dolorida para amenizar a dor.
• Use sapatos confortáveis e sem salto. Algumas mulheres, porém, observam que se sentem melhor usando um pouco de salto. Converse com o fisioterapeuta ou o ortopedista para orientações detalhadas.
• Tente não ficar parada na mesma posição por muito tempo, especialmente sentada ou deitada de barriga para cima.
• Preste atenção aos sinais que seu corpo dá e evite as atividades que pareçam deflagrar a dor.
• Tome cuidado com a postura e tente manter a coluna ereta. De preferência, se ficar muito tempo sentada, use um travesseirinho ou uma toalha enrolada para apoiar as costas.
• Use vários travesseiros para acomodar a barriga na cama.
• Evite pegar peso. Se tiver que pegar alguma coisa pesada do chão, dobre os joelhos e mantenha a coluna ereta.

Na hora do parto e depois do nascimento

Na hora do parto normal, há posições mais indicadas para amenizar a dor. Vale a pena pedir orientações ao fisioterapeuta ou ao ortopedista. O uso de uma banheira durante o trabalho de parto pode ser benéfico.
Quando for amamentar, preste bastante atenção à postura. Use uma almofada ou um travesseiro para elevar o bebê até a altura do seu peito, e fique encostada numa superfície firme. Mantenha os pés apoiados no chão ou num banquinho.
Prefira trocar o bebê num trocador, e não no chão ou sobre a cama. Ao pegar o bebê de um local mais baixo, como o chão, o carrinho ou o cercado, dobre os joelhos e tente não torcer a coluna.
Pergunte ao fisioterapeuta sobre exercícios para melhorar sua forma física, sua força muscular e sua flexibilidade. Esse tipo de exercício pode evitar que o problema da dor ciática se perpetue.
Por Alison Bourne, fisioterapeuta especializada em mulheres
Alison Bourne trabalha especialmente com gestantes e mulheres no pós-parto, e é responsável pelo treinamento de outros profissionais de saúde na área. Tem dois filhos.

Fonte: Baby Center

Leia Mais:

29 de dez. de 2012

MOTIVOS PARA SER MÃE

Eu li isso na internet uma vez e não me lembro onde foi, mas achei lindo, por isso estou postando para as mães de primeira viagem de segunda, terceira….Motivos para ser Mãe...
43c227dc265abd32f8fc0b6b4237782d
Sentir um pouquinho do gosto que Deus empresta aos homens.
- Passar o dia e dormir sentindo o cheiro mais gostoso do mundo.
- Continuar viva em outra pessoa.
- Ver você criança de novo.

- Ser o centro do universo de alguém.
- Sentir o gostinho de ver alguém parecido com você crescendo.
- Tornar-se uma pessoa melhor porque é o espelho de alguém.
- Ouvir alguém te chamar de "mãe".
- Ser insubstituível.
- Sentir que ajuda o mundo a ser mais bonito.
- Viver mais leve.
- Fazer bagunça e gostar disso.
- Esquecer da hora.
- Esquecer da vida.
- Lembrar toda hora que Deus existe e entendê-lo afinal.
- Saber que ao voltar pra casa tem alguém te esperando.
- Mais alguém no mundo para você amar e ser amado.
- Fincar raízes e fortalecer valores.
- Mudar as prioridades.
- Morrer de rir.
- Se divertir com pequenas coisas.
- Surpreender alguém que ainda não sabe nada de nada.
- Ver a carinha de quem faz e vê as coisas pela 1ª vez.
- Continuar tendo família.
- Ouvir músicas antigas.
- Lembrar da sua infância e contar sobre sua vida.
- Aprender coisas novas.
- Começar a fazer parte de um novo mundo.
- Saber que poderá ter com quem contar na velhice.
- Ter motivos para ficar em casa.
- Ter motivos para sair de casa.
- Ter motivos pra economizar para o futuro.
- Ter motivos para gastar com besteira que não é pra você.
- Ter esperança de novo.
- Sonhar de novo.
- Enxergar o melhor do ser humano.
- Ter um motivo pra ir dormir feliz.
- Ter vários motivos para querer conhecer melhor o mundo.
- Carregar alguém dentro de você por 9 meses.
- Carregar alguém no colo para o resto da vida.
- Ter desculpas para faltar a academia e não lavar a louça.
- Ser a causa da felicidade de alguém.
- Descobrir que você é multifuncional e inquebrável.
- Comprar sempre coisas novas sem se sentir culpada.
- Ter certeza absoluta de que vai amar alguém pra sempre incondicionalmente.
- Sentir-se importante.
- Sentir-se poderosa.
- Sentir-se realizada.
- Sentir, sentir, sentir...


2 de dez. de 2012

PRÉ NATAL–POR QUE TANTOS EXAMES DOUTOR?



A GRAVIDEZ SAUDÁVEL É FRUTO DE UM ACOMPANHAMENTO DE QUALIDADE
Medo ansiedade estão entre as primeiras companhias das futuras mamães e são absolutamente comuns. Mal descobrem que estão grávidas e são “ assombradas” com histórias sobre dor e tipos de parto, anestesia saúde do feto, o que podem ou não comer nessa fase, se devem ou não usar salto alto, pintar os cabelos, ir ao dentista, viajar de carro, avião, moto, ônibus ou navio. São milhares de casos contados por todo tipo de gente, ao longo dos nove meses.
Para ter uma gravidez tranquila, saudável e com informações corretas, o pré natal é a melhor opção.
É durante o pré-natal que a mulher passa por uma detalhada análise clínica pra prevenir situações maléficas a ela e ao feto, como pressão alta, diabetes, obesidade, lombálgia e outras. “É aconselhável iniciá-lo assim que a gravidez é descoberta. Recomenda-se uma consulta para exames e ultrassonografia com seis ou sete semanas para visualizar o feto.”
De acordo com o médico Geraldo Duarte, professor de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto,SP, e coordenador da Comissão Nacional de Pré-Natal da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Ostetrícia (Febrasgo), o pré-natal antecipa problemas e possibilita o monitoramento do ganho de peso, condições intestinais, exposição solar e manchas na pele, aparecimento de estrias e varizes, tipos de parto, perda de liquido e fornece outras instruções importantes. Segundo ele, a mulher deveria se programar para a gravidez por meio de um detalhado exame pré-concepcional com antecedência de três a quatro meses. Assim começaria a ingerir ácido fólico, fundamental para o fechamento correto do tubo neural do bebê, trataria problemas que poderiam prejudicar a saúde da gestação e diminuiria riscos de casos mais graves.
ESCOLHENDO O MÉDICO
Vale pedir indicação de bons obstetras para as amigas, familiares e colegas de trabalho. Só não pode ficar sem alguém que seja profissional, atualizado e a acompanhe com dedicação e a oriente corretamente. Agende visitas com esses médicos, converse, observe se são atenciosos, respondem às suas dúvidas com explicações detalhadas, quantos partos já fizeram e que tipo indicam (para saber se tem a mesma opinião que você), verifique se há denúncias ou reclamações sobre o mesmos no Conselho Regional de Medicina (CRM) de sua cidade.
Após conversar, decida quem a acompanhará nesse período.
Para as sortudas que já têm um médico de confiança, a escolha fica fácil. É essencial anotar todas as dúvidas, por mais simples que pareçam, para esclarecê-las durante as consultas. Nessa lista, podem estar também as histórias contadas pelas “comadres”. Perguntar é o grande segredo da fase tão gostosa.
O FAMOSO PRÉ-NATAL
Sabe todos aqueles medos que a gente tem quando descobre que vai ser mamãe? Eles acontecem com todas as mulheres e vão desaparecendo nas consultas, dando lugar à tranquilidade, confiança e a certeza de estarmos no caminho certo. Assim, você não cai nos papos das comadres e nem fica se descabelando com preocupações infundadas. “Indicamos consultas mensais até o sétimo mês, consultas quinzenais no oitavo e semanais no nono “explica o obstetra Dr. Luiz Fernando Leite da Pro Matre Paulista, de são Paulo,SP. O obstetra também pedirá vários exames laboratoriais. Com os resultados em mãos, avaliará com precisão o desenvolvimento da gestação. “Estudos de 2010 mostram que o acesso das mulheres ao pré-natal varia de 80 a 98%, detalha Duarte. A partipação do pai é imprescindível nas consultas e é a demonstração de que o casal está grávido. Quanto mais participativo ele for, maior será seu envolvimento com o filho e com a mãe, fazendo ela se sentir amada e amparada.



EXAMES E MAIS EXAMES
Eles têm uma missão de extrema importância: manter mãe e feto saudáveis durante os nove meses e prevenir problemas no decorrer da vida. Por isso pergunte exaustivamente tudo  que quiser ao obstetra.
Os blog´s, e a internet em geral, dão uma foça extra e explicam as duvídas sobre a gestação, mas é sempre melhor e mais importante o acompanhamento de seu obstetra.



Fonte: Guia da mamãe

23 de nov. de 2012

VOCÊ É A FAVOR DO ABORTO?


Fiz uma enquete para saber a opinião das pessoas quanto a este assunto tão delicado. Eu sou totalmente contra, mas a minha opinião é uma entre milhões, e eu acho que está na hora de falarmos sobre isso, pois nossos políticos estão votando sobre isso e eu acho que isso deve ser uma decisão do povo, decidido em plebiscito, e não por meia ou uma duzia de políticos. Então vamos ao assunto polêmico e me digam o que acham e não esqueçam de votar. Não aceitarei aqui comentários maldosos ou aqueles que sejam extremamente religiosos. Vamos falar sobre sentimentos, e não ofender uns aos outros. Quem me conhece sabe o quanto amo crianças, e também que já tive um aborto expontaneo, mas que hoje tenho o maior presente que Deus poderia ter me dado. E não esqueçam de votar na enquete, se não quiserem comentar, apenas votem está ao lado esquerdo da página.

Obrigada.

Lauri Sandra

4 de nov. de 2012

10 passos para reconquistar o seu corpo depois do parto

mamae06Com o nascimento do bebê, vão-se os quilos a mais que você ganhou na gravidez. Quem já não ouviu essa promessa? Mas isso não é realidade para todas as mulheres – ainda que você fique na dúvida toda vez que uma celebridade aparece linda (e magra) menos de um mês depois do parto. Uma nova pesquisa da Universidade de Granada (Espanha) mostra que, em vez de perder peso no pós-parto, 94% das mulheres ganham quilos a mais. Sim, durante a fase de amamentação você precisa consumir 300 calorias extras, só que as novas mães acabam comendo muito mais do que o necessário. Bastaria comer duas colheres a mais de arroz e tomar dois copos de leite todo dia. Mas dá para fazer mais:
1 - A natureza está ao seu lado. Amamentar emagrece. A produção de cerca de 850 mililitros de leite por dia gasta em média 750 kcal, quase o mesmo que uma suada hora de ginástica aeróbica. E o melhor, sentada na poltrona. "Além disso, a amamentação incentiva a liberação da oxitocina, que estimula a contração do útero. Ele volta ao tamanho normal até seis semanas", diz o obstetra Luiz Fernando Pereira Leite. De quase 1 quilo, no final da gravidez, o útero volta aos habituais 60 gramas e fica levemente maior do que antes. Mas ninguém, além do ultra-sonografista, vai perceber a diferença.
2 - Xô, tentação! Mais tempo em casa e perto da geladeira, fortes mudanças hormonais, adaptação a uma nova e dura rotina de noites maldormidas e ansiedade. Tudo leva ao caminho da cozinha. "Algumas mulheres realmente sentem mais fome durante a amamentação", diz a nutricionista Marle Alvarenga. Aí mora o perigo. Elimine as situações de risco. Dê de presente (sem dó nem piedade) até aquele chocolate belga trazido pelas visitas.
3 - Alimentação saudável, sem mitos. "O segredo é investir em uma dieta balanceada, rica em alimentos com fibras, como verduras, legumes e frutas que dão a sensação de saciedade com poucas calorias; comer várias vezes por dia e não embarcar em mitos como o de comer canjica para aumentar o leite!", afirma a nutricionista Marle Alvarenga.
4 - Mãos à obra. Aposte em massagens que ativam a circulação e também relaxam. "A drenagem linfática, aplicada de forma suave e delicada, pode ser feita assim que você chegar da maternidade", diz Ângela Leal Chichierchio, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. A técnica estimula o sistema linfático, responsável pela eliminação de toxinas, e reduz o inchaço. Massagens sobre o útero nos primeiros dias são contra-indicadas. Outra opção é a massagem redutora, mais vigorosa, que ajuda a combater a flacidez.
5 - Tratamentos estéticos. A especialista em medicina estética Carla Sallet recomenda nessa fase as sessões de dermotonia, uma drenagem linfática profunda realizada com um equipamento que faz movimentos alternados de pressão e sucção da pele, ajudando a quebrar as células de gordura. Está liberada também a eletroestimulação, que contrai e torce grupos musculares específicos, mais difíceis de ser trabalhados com exercícios físicos. A talassoterapia, banhos de imersão em água com sal e algas, comum na Europa, também costuma ser recomendada nessa fase, pois ajuda a liberar toxinas, melhora o tônus da pele e ainda relaxa.
6 - Tome muita água. "Em torno de 3 litros por dia", afirma a nutricionista Maria Eduarda Ourivio. "O corpo precisa de matéria-prima para produzir leite. Além disso, a água estimula o funcionamento dos rins, acelerando a eliminação dos líquidos que estão retidos por todo o corpo", diz.
7 - Mexa-se... assim que o seu obstetra liberar! Atividades físicas leves podem ser recomeçadas duas ou três semanas depois de um parto normal e de quatro a seis semanas para quem fez cesárea. "Mães que fazem longas caminhadas empurrando o carrinho têm dupla vantagem - melhoram a relação com o bebê e entram em forma rápido", afirma o obstetra Lobão. Quem fez cesariana, por exemplo, deve evitar esforço abdominal nos três primeiros meses. "É melhor dar preferência aos exercícios de baixo impacto ou atividades na água." O ortopedista André Pedrinelli, alerta: no pós-parto aumentam os riscos de distensões, pois a musculatura está mais flácida. Tenha um pouco de paciência.
8 - Livre, leve e solta! É possível que você se sinta incomodada com o peso dos seios ou com o vazamento de leite na hora da caminhada ou da ginástica. "Providencie um top ou sutiã reforçado, absorventes de seio e se organize para fazer atividades físicas depois das mamadas, enquanto seu bebê dorme de barriguinha cheia. É quando os seios estarão mais murchos e leves", afirma Pedrinelli.
9 - Reduza o estresse. Você está cansada, há muito não tem uma noite de sono inteira, mal dá tempo para sentar e fazer uma refeição com calma. "Tente relaxar porque o estresse estimula a produção do hormônio cortisol, que aumenta a retenção de água e dificulta a metabolização das gorduras", afirma a psicóloga especializada em obesidade Silvana Martani. Ioga e meditação são uma excelente pedida.
10 - Cansada demais para tentar qualquer uma dessas coisas? Não desista. Tudo tem jeito. Esse é um período de adaptações. Procure se organizar. Peça a alguém que lhe ajude a preparar uma comidinha gostosa e pouco calórica ou fique com o bebê enquanto você se exercita, nem que seja um pouquinho todos os dias. À medida que o tempo passa, você terá mais disposição. A cada quilo perdido, a cada peça de roupa reconquistada, você vai se sentir mais animada.
Fonte: Revista Crescer

A sua mala da maternidade

gravida16

A "sua" mala da maternidade

Os dias que você vai passar na maternidade pedem muito conforto, mas nem por isso as suas roupas devem ser sem graça. Há muitas peças para você receber seu bebê e as visitas mais arrumada.
Um toque de cor para as modernas
Peças que você pode usar depois, fora da maternidade, são uma ótima escolha para a mãe moderna. Roxo é a cor da moda e estampas simples, como listras e bolinhas, combinam bem com o clima da chegada do bebê.
Romantismo no estilo clássico
Camisolas e pijamas de seda, com detalhes em renda, dão um ar elegante. O robe é peça obrigatória na hora de receber visitas e a combinação fica mais bonita com as cores sóbrias.
Para usar por baixo
Sutiãs com boa sustentação e abertura para amamentar, calcinhas maiores para conter a barriga e, se for o caso, proteger o corte da cesárea, compõem o kit básico. As cintas e faixas, desde que liberadas pelo seu médico, ajudam a manter a postura e deixar a silhueta mais fina. 

Eu não usei cinta por me dizerem que o melhor é não usar, e me arrependo, mas é sempre melhor você ouvir seu médico e não a mãe, as irmãs, as primas ou amigas, principalmente as que tem a natureza a favor do corpo o que não é o meu caso, minha filha está com 1 ano e eu ainda uso cinta (que passei a usar quando ela já estava com 6 meses, porque me deixei levar por todas que me disseram que depois dos 6 meses eu voltaria ao normal, e estou achando que isso não vai mais acontecer).
Não esqueça na sua mala do absorvente, de preferência aos noturnos, escova de dentes, chinelo ou pantufa(eu levei os dois, o chinelo para usar na hora do banho e a pantufa para andar).

Fonte: Revista Crescer
JPG cadeirinhas 468x60
468x60