23 de nov. de 2012

VOCÊ É A FAVOR DO ABORTO?


Fiz uma enquete para saber a opinião das pessoas quanto a este assunto tão delicado. Eu sou totalmente contra, mas a minha opinião é uma entre milhões, e eu acho que está na hora de falarmos sobre isso, pois nossos políticos estão votando sobre isso e eu acho que isso deve ser uma decisão do povo, decidido em plebiscito, e não por meia ou uma duzia de políticos. Então vamos ao assunto polêmico e me digam o que acham e não esqueçam de votar. Não aceitarei aqui comentários maldosos ou aqueles que sejam extremamente religiosos. Vamos falar sobre sentimentos, e não ofender uns aos outros. Quem me conhece sabe o quanto amo crianças, e também que já tive um aborto expontaneo, mas que hoje tenho o maior presente que Deus poderia ter me dado. E não esqueçam de votar na enquete, se não quiserem comentar, apenas votem está ao lado esquerdo da página.

Obrigada.

Lauri Sandra

4 de nov. de 2012

10 passos para reconquistar o seu corpo depois do parto

mamae06Com o nascimento do bebê, vão-se os quilos a mais que você ganhou na gravidez. Quem já não ouviu essa promessa? Mas isso não é realidade para todas as mulheres – ainda que você fique na dúvida toda vez que uma celebridade aparece linda (e magra) menos de um mês depois do parto. Uma nova pesquisa da Universidade de Granada (Espanha) mostra que, em vez de perder peso no pós-parto, 94% das mulheres ganham quilos a mais. Sim, durante a fase de amamentação você precisa consumir 300 calorias extras, só que as novas mães acabam comendo muito mais do que o necessário. Bastaria comer duas colheres a mais de arroz e tomar dois copos de leite todo dia. Mas dá para fazer mais:
1 - A natureza está ao seu lado. Amamentar emagrece. A produção de cerca de 850 mililitros de leite por dia gasta em média 750 kcal, quase o mesmo que uma suada hora de ginástica aeróbica. E o melhor, sentada na poltrona. "Além disso, a amamentação incentiva a liberação da oxitocina, que estimula a contração do útero. Ele volta ao tamanho normal até seis semanas", diz o obstetra Luiz Fernando Pereira Leite. De quase 1 quilo, no final da gravidez, o útero volta aos habituais 60 gramas e fica levemente maior do que antes. Mas ninguém, além do ultra-sonografista, vai perceber a diferença.
2 - Xô, tentação! Mais tempo em casa e perto da geladeira, fortes mudanças hormonais, adaptação a uma nova e dura rotina de noites maldormidas e ansiedade. Tudo leva ao caminho da cozinha. "Algumas mulheres realmente sentem mais fome durante a amamentação", diz a nutricionista Marle Alvarenga. Aí mora o perigo. Elimine as situações de risco. Dê de presente (sem dó nem piedade) até aquele chocolate belga trazido pelas visitas.
3 - Alimentação saudável, sem mitos. "O segredo é investir em uma dieta balanceada, rica em alimentos com fibras, como verduras, legumes e frutas que dão a sensação de saciedade com poucas calorias; comer várias vezes por dia e não embarcar em mitos como o de comer canjica para aumentar o leite!", afirma a nutricionista Marle Alvarenga.
4 - Mãos à obra. Aposte em massagens que ativam a circulação e também relaxam. "A drenagem linfática, aplicada de forma suave e delicada, pode ser feita assim que você chegar da maternidade", diz Ângela Leal Chichierchio, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. A técnica estimula o sistema linfático, responsável pela eliminação de toxinas, e reduz o inchaço. Massagens sobre o útero nos primeiros dias são contra-indicadas. Outra opção é a massagem redutora, mais vigorosa, que ajuda a combater a flacidez.
5 - Tratamentos estéticos. A especialista em medicina estética Carla Sallet recomenda nessa fase as sessões de dermotonia, uma drenagem linfática profunda realizada com um equipamento que faz movimentos alternados de pressão e sucção da pele, ajudando a quebrar as células de gordura. Está liberada também a eletroestimulação, que contrai e torce grupos musculares específicos, mais difíceis de ser trabalhados com exercícios físicos. A talassoterapia, banhos de imersão em água com sal e algas, comum na Europa, também costuma ser recomendada nessa fase, pois ajuda a liberar toxinas, melhora o tônus da pele e ainda relaxa.
6 - Tome muita água. "Em torno de 3 litros por dia", afirma a nutricionista Maria Eduarda Ourivio. "O corpo precisa de matéria-prima para produzir leite. Além disso, a água estimula o funcionamento dos rins, acelerando a eliminação dos líquidos que estão retidos por todo o corpo", diz.
7 - Mexa-se... assim que o seu obstetra liberar! Atividades físicas leves podem ser recomeçadas duas ou três semanas depois de um parto normal e de quatro a seis semanas para quem fez cesárea. "Mães que fazem longas caminhadas empurrando o carrinho têm dupla vantagem - melhoram a relação com o bebê e entram em forma rápido", afirma o obstetra Lobão. Quem fez cesariana, por exemplo, deve evitar esforço abdominal nos três primeiros meses. "É melhor dar preferência aos exercícios de baixo impacto ou atividades na água." O ortopedista André Pedrinelli, alerta: no pós-parto aumentam os riscos de distensões, pois a musculatura está mais flácida. Tenha um pouco de paciência.
8 - Livre, leve e solta! É possível que você se sinta incomodada com o peso dos seios ou com o vazamento de leite na hora da caminhada ou da ginástica. "Providencie um top ou sutiã reforçado, absorventes de seio e se organize para fazer atividades físicas depois das mamadas, enquanto seu bebê dorme de barriguinha cheia. É quando os seios estarão mais murchos e leves", afirma Pedrinelli.
9 - Reduza o estresse. Você está cansada, há muito não tem uma noite de sono inteira, mal dá tempo para sentar e fazer uma refeição com calma. "Tente relaxar porque o estresse estimula a produção do hormônio cortisol, que aumenta a retenção de água e dificulta a metabolização das gorduras", afirma a psicóloga especializada em obesidade Silvana Martani. Ioga e meditação são uma excelente pedida.
10 - Cansada demais para tentar qualquer uma dessas coisas? Não desista. Tudo tem jeito. Esse é um período de adaptações. Procure se organizar. Peça a alguém que lhe ajude a preparar uma comidinha gostosa e pouco calórica ou fique com o bebê enquanto você se exercita, nem que seja um pouquinho todos os dias. À medida que o tempo passa, você terá mais disposição. A cada quilo perdido, a cada peça de roupa reconquistada, você vai se sentir mais animada.
Fonte: Revista Crescer

A sua mala da maternidade

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A "sua" mala da maternidade

Os dias que você vai passar na maternidade pedem muito conforto, mas nem por isso as suas roupas devem ser sem graça. Há muitas peças para você receber seu bebê e as visitas mais arrumada.
Um toque de cor para as modernas
Peças que você pode usar depois, fora da maternidade, são uma ótima escolha para a mãe moderna. Roxo é a cor da moda e estampas simples, como listras e bolinhas, combinam bem com o clima da chegada do bebê.
Romantismo no estilo clássico
Camisolas e pijamas de seda, com detalhes em renda, dão um ar elegante. O robe é peça obrigatória na hora de receber visitas e a combinação fica mais bonita com as cores sóbrias.
Para usar por baixo
Sutiãs com boa sustentação e abertura para amamentar, calcinhas maiores para conter a barriga e, se for o caso, proteger o corte da cesárea, compõem o kit básico. As cintas e faixas, desde que liberadas pelo seu médico, ajudam a manter a postura e deixar a silhueta mais fina. 

Eu não usei cinta por me dizerem que o melhor é não usar, e me arrependo, mas é sempre melhor você ouvir seu médico e não a mãe, as irmãs, as primas ou amigas, principalmente as que tem a natureza a favor do corpo o que não é o meu caso, minha filha está com 1 ano e eu ainda uso cinta (que passei a usar quando ela já estava com 6 meses, porque me deixei levar por todas que me disseram que depois dos 6 meses eu voltaria ao normal, e estou achando que isso não vai mais acontecer).
Não esqueça na sua mala do absorvente, de preferência aos noturnos, escova de dentes, chinelo ou pantufa(eu levei os dois, o chinelo para usar na hora do banho e a pantufa para andar).

Fonte: Revista Crescer

Guia para a Alimentação de Crianças Até Dois Anos - Passo 2

Por Denise Carceroni

Aos Poucos, Apresente Novos alimentos
A partir dos seis meses, introduzir de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo o leite materno até os dois anos de idade ou mais.     



Revendo Seus Conhecimentos
As necessidades nutricionais da criança

já não são mais atendidas só com o leite materno, embora este ainda continue sendo uma fonte importante de calorias e nutrientes.
A partir dos seis meses de idade, a criança já apresenta maturidade fisiológica e neurológica para receber outros alimentos.
Mesmo recebendo outros alimentos, a criança deve continuar a mamar no peito até os dois anos ou mais. O leite materno continua alimentando a criança e protegendo-a
contra enfermidades.
Com a introdução dos alimentos complementares é importante que a criança receba água nos intervalos.
A partir dos seis meses a criança não apresenta mais o reflexo de protrusão da língua, o que facilita a ingestão de alimentos semi-sólidos; produz as enzimas digestivas em quantidades suficientes para essa nova fase; e, quando sentada, o pescoço não tomba mais, facilitando a alimentação oferecida por colher.
Os alimentos complementares, especialmente preparados para a criança, são chamados de alimentos de transição, A partir dos oito meses de idade a criança já pode receber os alimentos preparados para a família, desde que sem temperos picantes e oferecidos amassados, triturados ou picados em pequenos pedaços.      
O que a mãe deve saber      



A introdução dos alimentos complementares deve lenta e gradual. A mãe deve ser informada que a criança tende a rejeitar as primeiras ofertas do(s) alimentos(s), pois tudo é novo: a colher, a consistência e o sabor.
A alimentação complementar, como o nome diz, é para complementar o leite materno não para substituí-lo. A introdução das refeições não devem substituir as mamadas.
No início, a quantidade de alimentos que a criança ingere é pequena e a mãe pode oferecer o peito após a refeição com os alimentos complementares. Há crianças que se adaptam facilmente às novas etapas e aceitam muito bem os novos alimentos. Outras precisam de mais tempo, não devendo esse fato ser motivo de ansiedade e angústia para as mães.
A partir da introdução dos alimentos complementares é importante oferecer água à criança, a mais limpa possível (tratada, filtrada ou fervida).

Sugestões para as Diferentes Combinações de Papas Salgadas


BATATA + couve + peixe
AIPIM/MANDIOCA + quiabo + frango desfiado
MACARRÃO + Vagem + (Picadinha ou frango desfiado)
BATATA DOCE + abobrinha + miúdos de frango
ARROZ + lentilha + tomate
BATATA BAROA + abóbora + bredo + fígado moído
FUBÁ + folha verde picadinha + carne moída
ARROZ + feijão amassado + cenoura
INHAME + beterraba + fígado de boi
FARINHA DE MANDIOCA + folhas verdes + carne moída + 
ABÓBORA + batata salsa + folha verde picadinha (esse é o preferido de Cecília sem a farinha de mandioca.)
Tem um macarrão de letrinhas que a Cecília adora
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