29 de out. de 2013

DECORAÇÃO DO CHÁ DE BEBÊ - Idéias Simples que ficam na memória


Essas são as dicas que eu gostei, não usei, porque na época do meu chá não achei nada assim, e quem ia fazer a decoração era minha irmã, e no fim, fizemos as pressas  não tive tempo de organizar nada. Aproveitei e fiz o chá de bebê com chá de fraldas junto. No chá de bebê pedi as mulheres roupinhas e outras coisas, mas deixei à escolha das meninas e meu marido pediu fraldas aos rapazes. Eu dei o almoço e ele churrasco e bebidas. Depois que abri os presentes, o pessoal ainda ficou no chá até as 22:00. Foi muito legal, mas não há como negar: a decoração tem papel fundamental em qualquer tipo de festa. É ela a grande responsável por deixar as fotos ainda mais bonitas, por transformar o ambiente em um lugar aconchegante e conferir um toque pessoal à celebração. E o Chá de Fraldas não é exceção. Pensar em uma decoração especial é uma das principais tarefas de quem estiver organizando esse evento, que pode ser temático – de acordo com o sexo do bebê – ou ir além, passando por temas como o circo, animais, livros infantis, brinquedos da própria infância, etc. A receita aqui é deixar fluir a imaginação!

Bolo de fraldas.
Monte um bolo de vários andares, daqueles utilizados tradicionalmente em casamentos,  mas desta vez utilizando fraldas amarradas com fitas. Melhor decoração que essa para a ocasião não há!

Varalzinho de boas vindas

Sabe as bexigas tão comuns às festas de aniversário? Aqui elas podem ser substituídas por um varalzinho com palavras de boas-vindas ao bebê e corações coloridos - ou outra figura que você preferir! Para formar uma frase da sua escolha, como “Bem-vindo, Marcelo”, cada letra da frase deve ser impressa em uma folha de papel A4 e presa ao barbante com um prendedor.
Faça pequenos lacinhos com as fitas de cetim e cole nos prendedores de madeira.  Caso queira, substitua a fita por figuras com motivos infantis. Escolha um local com dois pontos para apoiar o varal e corte a fita de cetim do tamanho necessário. Depois pendure as roupinhas do bebê no varal e intercale com fotos da gestante e sua família e amigos. Se você quiser, também pode fazer letras grandes em papel que digam “BEM-VINDA” ou “BEM-VINDO””, intercaladas entre os outros adornos.
Materiais:
- Fita de cetim
- Prendedores de madeira
- Papel A4
- Cola quente
- Roupinhas de bebê já compradas
- Fotos da gestante e das amigas
Árvore dos desejos
Cada uma das convidadas escreve um desejo para o bebê e coloca em uma caixinha que pode já estar pronta ou ser decorada/pintada por cada uma delas. Depois, elas têm que amarrar a caixa com uma fita comprida e pendurá-la em uma árvore – que pode ser natural ou artificial. Uma ideia de decoração que fica para a posterioridade!
Instruções:
As caixas podem ser compradas prontas ou você pode deixar que as convidadas pintem-nas ou decorem-nas. Dentro de cada caixinha, que deve ser leve para não fazer muito peso na árvore, vai o bilhete com o recadinho para o bebê. Depois de colocar o bilhete, amarre uma fita comprida à caixa e deixe uma ponta bem comprida que será amarrada na árvore.
Materiais:
• Caixas pequenas de diferentes formas e cores
• Fita para amarrar
• Cola
• Papéis para escrever as mensagens.
• Tesouras
• Lápis de cor/tintas para decorar as caixas
• Pequena árvore natural ou artificial
* Super pompons
Com cinco folhas de papel-seda é possível fazer pompons bem grandes que vão deixar seu Chá de Fraldas colorido e cheio de vida. Você também pode combinar as cores com o tema da festa ou o sexo do seu bebê.
Instruções:


Prenda as cinco folhas como se fosse um leque, corte no centro (assim você terá dois pompons iguais) e depois deixe as pontas de cada extremidade redonda. Amarre o centro com o barbante sem prender com muita força, deixando um lado do barbante mais comprido para pendurá-lo. Separe as folhas com cuidado, uma a uma, e logo verá como o pompom vai se formando. Para ter uma cara ainda mais personalizada, você pode pendurar alguns objetos pequenos do bebê, como uma chupeta, por exemplo.
Materiais:
- Barbante ou fio para amarrar
- Papel de seda 50x70/ 70x100 cm
- Tesoura
- Opcional pendurar algum produto, como chupetas
*Mesa de chá
Uma mesa de chás é uma ideia delicada e que pode ganhar ainda mais charme se personalizada com embalagens especiais para cada chazinho e hangers (aquele papelzinho preso ao saquinho do chá).


Instruções:
Escolha um papel que combine com a decoração ou tema da festinha. Corte o papel em retângulos e faça toalhas de mesa individuais. Cada saquinho de chá pode ter uma embalagem e um hanger personalizado, é só baixar os desenhos que a Pampers desenvolveu para você, imprimir e montar.
Materiais:
- Papel que servirá como toalha de mesa (pode ser igual ou diferente para cada uma)
- Hangers (baixe aqui)
- Papel para fazer as embalagens individuais. Corte retângulos de 6,30 cm x 15 cm
- Cola
* Boas-vindas


Se o Chá de Fraldas vai ser em casa, você pode colocar na porta de entrada ou do quarto do bebê um adorno de boas-vindas que contém os dados do bebê.
Instruções: 
Faça o desenho, ou baixe na net e imprima. Depois, recorte cada uma das partes na área pontilhada e escreva os dados do seu bebê. Prenda as partes em uma fita grossa, uma embaixo da outra, mas deixe um espaço para ficar mais bonito. Depois cole na porta com uma fita dupla-face ou coloque um ganchinho.
Materiais:
- Molde do adorno.
- Tesoura e cola
- Fita grossa
- Fita dupla-face para colar na porta


* Bolo de presentes
Compre caixas redondas de diversos tamanhos. Você pode pintá-las como deseja ou já comprá-las na cor que preferir. Coloque os presentes que chegam dentro dessas caixas e, ao final, você terá um bolo de vários andares! Já pensou também que é possível fazer um bolo de fraldas? É só usar a criatividade!
Instruções:
Compre caixas redondas de diversos tamanhos e, se desejar, decore com tecidos. Distribua roupinhas e fraldas dentro delas: nas caixas maiores, coloque as fraldas, enquanto as menores devem ser reservadas para meias ou bodies. Quando completar uma caixa, cubra com tule e passa à seguinte, sempre da maior para a menor, criando níveis. Na parte de cima do ‘bolo’, coloque um ursinho de pelúcia ou algum outro objeto que combine com a decoração.
Materiais:
- Caixas (sem tampa) preferentemente redondas, em diferentes tamanhos
- Tecido (várias cores para combinar)
- Fita para decorar as caixas
- Cola
- Fraldas, meias, roupinhas
- Tule
- Tesouras
* Garrafinhas de água personalizadas


Sabe aquelas garrafinhas de água pequenas? Você pode substituir o rótulo delas por um personalizado com o nome do bebê. Para deixá-las ainda mais charmosas, amarre um laço de cetim próximo à boca da garrafa.
Introduções: 
Retire o rótulo de todas as garrafinhas de água e utilize um deles como molde para recortar a cartolina que será colada na garrafinha. Faça uma pequena etiqueta no computador com o nome do bebê ou com uma frase genérica como “Chá de Fraldas/fralda”. Caso prefira, escreva a mão em uma cartolina de cor diferente. Recorte e cole a etiqueta no meio da cartolina, como se fosse a marca da água. Cole o novo rótulo de cartolina na garrafa e finalize com um laço de cetim próximo à boca da garrafa.
Materiais:
- Mini garrafas de água
- Cartolina colorida
- Etiqueta impressa com nome do bebê/decorada
- Tesoura
- Cola branca
- Fita de cetim
- Cupcake de toalha


Enrolando toalhas de mão ou fraldinhas de boca, é possível fazer um cupcake de pano que vai deixar a decoração do Chá de Fraldas com outra cara! Para completar, coloque as toalhas enroladas em forminhas de cupcake verdadeiras.
Enrolando toalhas de mão ou fraldinhas de tecido, é possível fazer um cupcake de pano que vai deixar a decoração do Chá de Fraldas com outra cara! Para completar, coloque as toalhas enroladas em forminhas de cupcake verdadeiras.
Instruções: 
Dobre a toalha ao meio e depois novamente de forma que ela fique comprida, depois a enrole e prenda com uma fita grossa de cetim fazendo um laço. Puxe o meio da toalha de forma que as dobras formem diferentes camadas se assemelhando ao topo de um cupcake (formato triangular) e coloque a toalha em forminhas ou caixinhas de cupcake.
Materiais:
- Mini toalhas / fralda de tecido
- Fitas de Cetim
- Forminhas
- Colher de brigadeiro com mensagem


Todas as amigas vão adorar essa ideia, que fica uma delícia e é super fácil de fazer. Coloque o brigadeiro em pequenos copinhos de plástico junto com uma colherzinha. É nela que você vai amarrar uma pequena fita de cetim em que vai estar presa uma mensagem especial. Escreva trechos de música de bebês, frases famosas ou o que preferir.  Distribua os copinhos numa bandeja e use para decorar a mesa!
Todas as amigas vão adorar essa ideia, que fica uma delícia e é super fácil de fazer!
Instruções:
Corte pequenos cartões de cartolina e escreva frases relacionadas ao universo infantil, como trechos de músicas, frases famosas e de boas vindas. Faça um pequeno furinho na ponta dos cartões e passe a fita de cetim, que deve ser amarrada ao cabinho da colher, de forma que cada uma fique com uma mensagem diferente.  Coloque um brigadeiro (tamanho comum) em cada colher e as posicione na mesa concluindo a decoração.
Materiais:
- Colheres de plástico
- Fita de Cetim
- Cartolina
- Brigadeiros
- Cones de pipocas ou doces


Use cartolinas de cores diferentes para fazer cones e recheie-os com pipoca ou docinhos de sua preferência. Para deixar a ideia mais personalizada, você pode fazer etiquetas com o nome do bebê ou um desenho relacionado ao tema da festa.
Use cartolinas de cores diferentes para fazer os cones e recheie com pipoca ou docinhos de sua preferência.
Instruções:
Recorte a cartolina em formato retângulo, do tamanho de uma folha A4. Depois, enrole a cartolina formando um cone e cole as beiradas com cola de bastão. Faça uma pequena etiqueta no computador com o nome do bebê ou com uma frase como “Chá de Fraldas”. Se preferir, escreva a mão em uma cartolina de outra cor diferente. Cole a etiqueta no cone e recheie com doces e/ou pipoca e depois os coloque em uma bandeja de forma que as etiquetas fiquem visíveis.
Materiais:
- Cartolina
- Etiqueta impressa com nome do bebê/decorada
- Cola em bastão
- Doces e/ou pipoca
- Pirâmide de copinhos de doces


Recheie copinhos de plástico com docinhos que você goste, como brigadeiro, beijinho ou bicho de pé. Use um prato fundo para servir de base e coloque no centro um copo alto, que vai sustentar um prato menorzinho, formando uma pequena pirâmide.
Recheie copinhos de plástico com docinhos que você goste, como brigadeiro, beijinho ou bicho de pé. Se preferir algo mais natural, salada de frutas é uma opção deliciosa!
Instruções: 
Coloque um copo grande no meio do prato fundo e equilibre o prato raso acima. Decore a pirâmide com os copinhos de doces e finalize jogando granulado e confeitos  em todos os copinhos para ficar mais colorido e divertido. Caso prefira, substitua os doces por salgadinhos, nozes, castanhas, amendoim ou até mesmo salada de frutas.
Materiais:
- Um prato fundo grande
- Um prato raso pequeno
- Copo alto
- Copinhos pequenos de plástico para o brigadeiro, beijinho, doce de pé
- Mini colheres de plástico
- Confeitos de açúcar, granulados, etc.
- Livro de recados


Compre um caderno e decore a capa como desejar – pode ser com fotos, recortes, tecidos, use a criatividade! Depois, peça para que os convidados escrevam uma mensagem para o bebê e a família.  Imagine a emoção de ler tudo depois do nascimento do bebê?
Essa é mais uma das dicas que ficam para a posterioridade, com recados dos amigos e família para o  bebê em um caderno todo decorado por você.
Instruções: 
Pegue um livro em branco, decore a como quiser e peça para que todos os convidados escrevam uma mensagem para você e deixem registrado como foi esse dia especial. Para deixar ainda mais emocionante, pode-se pedir aos futuros papais que só leiam o livro no dia seguinte.
Materiais:
- Caderno em branco
- Canetas coloridas
Essa é mais uma das dicas que ficam para a posterioridade, com recados dos amigos e família para o  bebê em um caderno todo decorado por você.
Instruções:
Pegue um livro em branco, decore a como quiser e peça para que todos os convidados escrevam uma

Fonte: Pampers

21 de ago. de 2013

Olá amigas mamães, estou aqui fazendo um pedido para quem puder doar roupas de menino. É um recém nascido e precisa de ajuda.Roupas, fraldas P e M, o que eu tinha da Cecília, já doei, e as roupas que tenho são grandes já, mas já separei o que ela tem branco inteiro e mesmo servindo ainda, vou doar. Precisamos ajudar quem precisa, e quem puder e quiser, me avisa aqui que eu aviso minha amiga e ela passa para pegar. Desde já agradeço. Deus abençõe... e amigos que puderem doar fraldas, será bem vindo!

16 de jun. de 2013

Princípios básicos do aleitamento materno

Por: Suzanne Dixon - Pediatra, mestre em saúde pública 


Amamentar é a maneira mais saudável e natural de alimentar o bebê. O leite materno possui uma composição singular, destinada especificamente ao bebê. Contém células que o protegem contra infecções e proteínas para manter o bebê feliz e saudável. O aleitamento materno pode ser um prazer para a mãe e o bebê. No início, vai exigir certa prática, mas vá em frente. São inúmeras as razões para amamentar o seu filho
Benefícios para a mãe
Amamentar faz bem para a saúde da mãe e do bebê. Além de proporcionar maior ligação entre os dois, o aleitamento mate
rno ajuda a estimular os hormônios que "encolhem" o útero até ele chegar ao tamanho normal, como o anterior à gravidez. Alguns estudos afirmam que as mulheres que amamentam têm somente 50% de chances de desenvolver câncer de mama na pré-menopausa e menor risco de câncer de ovário e osteoporose. O aleitamento materno também ajuda a mulher a perder peso após o parto, pois utiliza um tipo especial de gordura adquirida na gravidez, antes que ela seja incorporada ao organismo. O aleitamento ajuda a mulher a emagrecer no ritmo certo, já que não deve perder peso demais logo após o nascimento do bebê. A mulher que amamenta precisa estar de 2,2 kg a 4,5 kg acima do peso que tinha antes de engravidar para manter o corpo saudável durante o período de amamentação. Se emagrecer rápido demais, poderá prejudicar a produção de leite quando o bebê começar a crescer e precisar mamar mais. Os quilos a mais desaparecerão naturalmente depois dos seis primeiros meses.
O que esperar
O leite da mãe "desce" alguns dias após o nascimento do bebê. Até então, o seio materno produz colostro, que alimentará o bebê até lá. Essa substância, espessa e amarelada, contém proteínas e anticorpos que ajudam o bebê a combater as doenças. O colostro é o primeiro alimento do bebê, a primeira "vacina" contra as doenças. O bebê tem grande quantidade de água e gordura armazenadas para usar enquanto se alimenta do precioso colostro. Seu estômago tem capacidade para receber apenas uma colher de chá de líquido. Por isso, ele não precisa de muito para se satisfazer. O corpo da mulher foi feito para amamentar, mas isso não significa que você não precisará de uma mãozinha no início. Ainda no hospital, peça ajuda para levar o bebê ao peito, o mais rápido possível, para ajudá-lo a pegar no bico do peito e mostrar se ele está sugando corretamente. O ideal é que o bebê comece a mamar logo após o parto. Se em casa você ainda precisar de ajuda, pergunte ao médico se ele pode ajudá-la. Organizações que defendem o aleitamento materno e o pessoal do hospital poderão ajudá-la. Toda mãe precisa de ajuda. Até as mães mais experientes podem encontrar obstáculos.
Depois que o leite descer, durante o primeiro ou segundo dia, o bebê talvez queira mamar de hora em hora. Isso ajuda o organismo a criar um bom suplemento de leite, perfeitamente adequado às necessidades do bebê. De dois a quatro dias, o organismo se ajustará a essa "informação" e o bebê precisará mamar com menos freqüência: a cada duas ou três horas ou entre oito e doze vezes em um período de 24 horas.
Isso faz parte do processo normal de transição e não significa que ele esteja insatisfeito com você, com seu leite ou com seus cuidados. A agitação e o choro significam que ele sabe do que precisa e é assim que manifesta suas necessidades. Nessa idade, o bebê mama de dez a quinze minutos em cada seio.
Na mamadeira
Se quiser que o seu bebê experimente a mamadeira, comece depois da segunda ou quarta semana. Não se surpreenda se, inicialmente, ele recusar a mamadeira com seu leite. O bebê amamentado pela mãe sabe que sugar o seio é muito melhor do que sugar o bico da mamadeira. Quando mama, ele sente o cheiro da mãe e conhece a rotina. Talvez você tenha mais sorte se o pai ou a irmã oferecerem a mamadeira de leite materno sem a sua presença. Se começar a acrescentar fórmulas de leite artificial à dieta do bebê, sua produção de leite diminuirá de acordo com a quantidade de leite artificial administrada. A decisão é sua, é claro! Mas, agora que a sua produção de leite está definida, pense duas vezes antes de introduzir a fórmula. Qualquer que seja a sua decisão, uma coisa é certa no que diz respeito à saúde do bebê: um pouco é melhor do que nada.
Será que meu bebê ainda está com fome?
Como muitas marinheiras de primeira viagem, talvez você não saiba ao certo se o bebê já mamou o suficiente. Você saberá se ele está realmente mamando ao ouvi-lo engolir o leite. Outra pista para saber se ele está bem alimentado é o sono. Se o bebê estiver limpo, sequinho e de estômago cheio, provavelmente irá dormir bem logo após a mamada.
Será que meu bebê está mal alimentado?
De vez em quando, você poderá achar que o seu bebê não mamou direito. Parece faminto depois da mamada e seu peito já está "vazio". É assim que a natureza controla a produção do seu leite durante os picos de crescimento do bebê. Para estimular a produção de leite, amamente-o mais vezes, sempre que ele quiser. Além disso, beba muito líquido e descanse bastante. Isso significa que, durante um ou dois dias, você terá que amamentar mais vezes e descansar mais do que de costume. Por isso, esqueça as outras atividades. Tranqüilize-se. Enquanto o bebê estiver mamando, urinando e evacuando com a freqüência descrita anteriormente, estará bem.
O organismo leva de 36 a 48 horas para se ajustar às necessidades do bebê. Cabe a ele mamar com freqüência para que o organismo receba os sinais corretos. Portanto, deixe que ele se esforce. Se ele se acostumar à mamadeira, ficará preguiçoso e o organismo não receberá a ordem para aumentar a produção de leite.
Toda mãe que amamenta passa por fases nas quais a oferta não é suficiente para suprir a demanda. É assim que a natureza consegue regular o ciclo de oferta e procura. Relaxe e aproveite esses ritmos naturais.
Para viagem
Chegou a hora de voltar ao trabalho? Você pode continuar amamentando o bebê tirando leite uma ou duas vezes no trabalho e levando para casa o almoço do dia seguinte do seu filho. Recomendamos que o faça. É uma maneira de não perder a ligação com o bebê, mesmo estando longe. Há diversas maneiras de tirar o leite: com a mão, com uma bombinha manual ou com uma elétrica. Se você  amamentar freqüentemente, quando chegar em casa e durante à noite, a produção do leite não será interrompida, tampouco a ligação especial com o bebê, suprindo a falta que sentiu dele durante o trabalho.
Por conter conservantes naturais, o leite materno pode ficar de seis a oito horas em temperatura ambiente ou ser armazenado de três a cinco dias na geladeira. Além disso, o leite materno pode ser congelado, embora perca algumas de suas propriedades de combate às doenças. Mesmo congelado, o leite materno contém o melhor equilíbrio de nutrientes para o bebê. Descongele-o em temperatura ambiente ou em água morna. Após descongelado, não volte a congelá-lo.
Lembre-se de agitar lentamente o leite armazenado, pois a gordura terá se separado, subindo à tona. Agitando-o, a gordura se mistura novamente ao leite e não obstrui o bico da mamadeira.
No local de trabalho, deve haver um lugar calmo, limpo e relaxante para que você tire o leite. Isso fará muita diferença em sua atitude e seu sucesso. Se não houver um espaço reservado onde você possa fazer isso, reclame. Muitas empresas estão dispostas a ajudar. Basta expressar suas necessidades. Empresas dispostas a ajudar suas funcionárias podem ter até recompensas financeiras: menos faltas, as mães terão que passar menos dias em casa cuidando de filhos doentes, maior satisfação e menor rotatividade de funcionárias.
Quando e como preparar o nosso filho para a chegada do novo bebê
É claro que o seu filho vai querer amamentar o bebê. Permita-o. Não é provável que queira continuar fazendo. Tenha algo que o seu filho goste à mão enquanto você amamenta o novo bebê para que ele possa se aconchegar perto de você.
Em relação ao quarto permita-o que se acostume primeiro com os móveis novos. Depois, leve o bebê ao quarto dentro do berço. Se for possível, deixe que o seu filho fique no berço durante esta difícil transição.
Consiga um novo berço para o novo bebê. Seu outro filho não vai querer deixar seu berço e é importante que não o faça.
Fonte: Pampers

20 de mai. de 2013

Manual de etiqueta da visita ao recém-nascido

Dicas de como se comportar perto dos recém chegados e de seus pais


Reprodução: Getty Images
Por Renata Pinheiro

Quando chega o novo membro da família, a reação imediata é correr até a maternidade para conferir se o bebê é saudável, se puxou à mãe, ao pai, à avó ou se é a cara do avô. O problema é que todos têm, ao mesmo tempo, a mesma ideia e a mesma curiosidade.
Por outro lado, alguns amigos e familiares acreditam que estar perto dos pais e do neném, logo que ele chegou ao mundo, é prova de consideração e estima. 

Mas esse primeiro momento, tanto para o recém nascido, quanto para o papai e a mamãe, requer alguns cuidados, que harmonizam muito bem com o bom senso dos mais chegados.
"A chegada do bebê precisa ser tranquila e acolhedora, pois ele começa a ver o mundo a partir desse meio familiar em que vai viver e se desenvolver", explica Carmen Costa.
Carmem é psicopedagoga, psicomotricista e professora de Educação Física e trabalha há mais de 20 anos com bebês e crianças pequenas. É ela quem nos ajuda a desenvolver um pequeno manual de etiqueta do recém-nascido, que pode acabar com alguns dilemas, nesses casos. Da simples gafe ao que pode ser realmente prejucial ao bem estar de pais e filhos, seguem algumas dicas.
Amigos e familiares, controlem a ansiedade:
"A visita nunca deve ser feita no dia do nascimento, principalmente se o parto tiver sido cesárea. A recomendação médica é para a mãe falar o mínimo necessário durante as próximas 12 horas, a fim de evitar gases e dor no corte. Então, visitas no dia do parto, só se você for muito íntimo e tiver certeza que a pessoa está à vontade para receber", ensina.



Reprodução: Getty Images


Visita de médico:


"Se você quer visitar sua amiga que acabou de dar a luz, vá à maternidade, pois a visita é curta e não incomoda: 15 minutos. Não vá à casa do recém-nascido antes que ele complete um mês, só se você tiver intimidade com o casal. E, mesmo assim, o melhor é telefonar e perguntar o horário mais adequado. Nunca chegue de surpresa", explica. 

Criança no recinto, só o recém-nascido:
"Levar crianças para a visita na maternidade é complicado. Em primeiro lugar, ligue e consulte a família. Procure saber se ela se incomoda com a visita dos pequenos", sugere a psicopedagoga. Além do tumulto que podem vir a causar, com correria  e brincadeiras no hospital e chororô. Outro detalhe é que crianças são mais suscetíveis à doenças como gripe, além daquelas comuns na infância - sarampo, rubéola, catapora, caxumba, coqueluche. E o recém-nascido, mais ainda. 
Deixe as flores no jardim:
"Gostamos muito de levar flores para a nova mãe, mas não é permitido flores no quarto. Sendo assim, é melhor levar uma lembrança para o bebê", sugere Carmen. 
Lembrancinhas não são brindes:
"Em muitos casos, as lembranças do nascimento são contadas. Então, pegue apenas uma lembrança para você e não para aqueles que não puderam ir visitar", ensina a 'personal baby'. 
É proibido fumar:
E a restrição vale para horas antes da visita. As substâncias do cigarro ficam impregnadas em roupas e mãos dos fumantes e esses resíduos são tão prejudiciais quanto a própria fumaça. O contato do bebê com o material tóxico o expõe a uma probabilidade dez vezes maior de adquirir uma pneumonia aguda, bronquite, rinite e otite. 
Fila indiana:
“As visitas devem ser organizadas para não formar uma aglomeração em volta do bebê. Esse tipo de ocasião favorece contágios e excesso de barulho, e isso pode causar estresse ao recém nascido”.
 

Reprodução: Getty Images
Homens no local, só os mais íntimos da família:

Se você é amiga da mamãe e vai visitá-la, deixe o namorado em casa. Homens em visita, só os mais chegados. Caso contrário, pode ser constrangedor para a mãe na hora de amamentar o recém-nascido ou mesmo pelos trajes 'de hospital' que ela usa. 
Mãos ao alto!
Lavar bem as mãos e os braços - até a altura dos cotovelos - antes de chegar perto da mãe e do bebê é imprescindível. Isso diminui bastante o risco de contaminação por vírus e bactérias. Caso contrário, mãos ao alto e longe da família do neném. 
Recém-nascido não é modelo fotográfico:
A luz do flash das câmeras assusta o bebê. E só as mães sabem o trabalhão que dá fazê-lo voltar a dormir ou acalmá-lo de um susto. Por outro lado, os olhinhos do pequeno ainda não estão preparados para receber essa 'surpresa'.    
Lugar de fazer carinho é no pé:
O melhor lugar para fazer carinho no recém-nascido é o pezinho. Nada de apertões na bochecha, beijos e toques não muito delicados nas mãozinhas das crianças. Incomoda o bebê. 
O bebê não é seu:
A gente sabe, é quase irresistível querer pegar o recém-nascido no colo. Aquele cheirinho de bebê, aquela coisinha pequena e desprotegida, aqueles membros curtinhos. Mas não insista. Se tiver intimidade com a mãe, peça e ela responderá com honestidade. Fora isso, resista. Ainda terá muito tempo pela frente.

Fonte: Mães e Filhos

Morre bebê que ganhou liminar para ser transferido para hospital na capital

Família conseguiu uma liminar na Justiça, mas ela não foi cumprida. Criança precisava ser transferida com urgência e passar por cirurgia

Bebê de Santos, com problema grave no coração, precisa de transferência para hospital em São Paulo (Foto: Reprodução/TV Tribuna)Um bebê, com menos de um mês e meio de vida, com um problema grave no coração, morreu na madrugada desta segunda-feira (20) em um hospital em Santos, no litoral de São Paulo. A criança dependia da transferência de um hospital de Santos para um de São Paulo para sobreviver. A família conseguiu uma liminar na Justiça, mas ela não foi cumprida.
Um juiz intimou o governador a tomar providências. A transferência parecia estar certa, mas não foi feita. Depois de várias tentativas da família e da espera, a criança não resistiu e morreu no começo desta madrugada. O bebê estava internado há mais de duas semanas na UTI da Santa Casa de Santos com um problema gravíssimo no coração.
A criança precisava ser transferida para um hospital especializado em São Paulo para passar por uma cirurgia. A família conseguiu na Justiça uma liminar, que obrigou a secretaria de Saúde do Estado a transferir a criança de helicóptero.
Segundo relatório médico da UTI pediátrica da Santa Casa, a transferência seria a única esperança para o paciente.  No último sábado (18), a assessoria de imprensa do governo do Estado informou que o bebê seria transferido para a UTI neonatal do Incor, em São Paulo, por um helicóptero da Polícia Militar. Porém, isso não aconteceu. O enterro do bebê acontece às 14h desta segunda-feira, no Cemitério Municipal de Praia Grande. A família disse que vai entrar com uma ação na Justiça contra o Estado.
Já o Departamento Regional de Saúde da Baixada Santista, por meio do Governo do Estado, falou que o bebê estava com infecção e não tinha condições clínicas de transferência ou para uma cirurgia. Essa informação foi contestada pelo setor de pediatria da Santa Casa de Santos mas, segundo o Governo do Estado, o problema foi confirmado pelo InCor, que disponibilizou uma vaga para a criança na tarde deste domingo mas, por causa das condições clínicas, a transferência não ocorreu.

Fonte: A Tribuna

Bebê morre após contrair vírus do herpes em beijo do pai

 

ASSUNTOS: Recém-nascido
recém-nascido teve falência múltipla de órgãos










Bebê morre após contrair vírus em beijo do paiKaiden ainda na incubadora. Reprodução / Daily Mail
De acordo com médicos, o vírus do herpes é letal nas primeiras seis semanas de vida devido à baixa imunidade dos recém-nascidos. A transmissão ocorre por meio de contato físico, o que inclui beijo e até a amamentação. Foi o que aconteceu com um bebê da Inglaterra.
Kaiden McCormick nasceu prematuro e estava na incubadora há seis semanas lutando pela vida. O que os pais jamais poderiam imaginar é que com um beijo eles estariam assinando a sentença do filho: o bebê contraiu o vírus do herpes que foi transmitido por um beijo dado pelo pai, portador de herpes labial. Aos dois meses, Kaiden morreu por falência múltipla dos órgãos, segundo reportagem do
Daily Mail.
"Quando o médico disse que foi por transmissão do herpes labial, eu olhei para o Carl e ele, instintivamente, tocou em seus lábios. Naquele momento eu vi o coração dele quebrar em dois", conta a esposa de Carl Maclaren, Marrie-Claire McCormick, que está grávida novamente e luta para que o governo inglês faça uma campanha alertando grávidas e pais de primeira viagem para os perigos do vírus para os bebês. "Eu me culpo, mas não tinha ideia. Se eu não tivesse chegado perto dele, ele estaria aqui até hoje", conta o pintor e decorador.
Bebê morre após contrair vírus em beijo do pai

O beijo fatal. Reprodução / Daily Mail
Herpes labial é fatal para bebês

Um vírus que é comum entre os adultos, mas pode ser letal para os bebês, o herpes pode causar a morte de recém-nascidos e são um perigo até as seis semanas de vida. Transmitido por contato físico, como divisão do mesmos itens de higiene, talheres e copos, beijo e até amamentação, o vírus quando ataca um bebê é difícil de ser detectado.
Os sinais mais comuns são falta de fome, sonolência, febre, moleza e choro incomum. Entidades inglesas sugerem que nenhuma pessoa com herpes, afta ou sintomas virais beije um bebê por causa da baixa imunidade do organismo.


Fonte: Mães GNT

7 de mai. de 2013

O jogo da segurança

14be46f4484492eb4b332f2485da7f6bO jogo da segurança Por: Suzanne Dixon, Pediatra, mestre em saúde pública.

Desde o momento em que descobre que está grávida, a principal preocupação da mãe é a segurança do bebê. Segurança é basicamente uma questão de bom senso e vigilância, pois ao mesmo tempo precisará permitir que eles explorem o mundo novo e façam novas descobertas. Bastam algumas mudanças no ambiente adequadas às diferentes fases do desenvolvimento da criança. Definir formas e lugares seguros para a exploração é melhor do que vigiar cada passo do bebê. Uma tarefa impossível, diga-se de passagem. As regras de segurança mudam de acordo com a idade do bebê, mas existem alguns princípios básicos que se aplicam a todas as crianças. Leia a lista a seguir, que apresenta as regras de segurança básicas.


Jamais sacuda o bebê

Cuidar de um bebê é uma tarefa extenuante, pois os pais geralmente têm dificuldade de descobrir os motivos de seu choro. Raiva e frustração são normais. Mas, por maior que seja a sua frustração, NUNCA sacuda o bebê com violência. Mesmo de brincadeira, sacudi-lo pode causar sangramento cerebral e ruptura de nervos e músculos. A síndrome do bebê espancado pode provocar cegueira, danos cerebrais ou morte. Se sentir que está perdendo o controle, peça a ajuda do pai da criança, de um amigo, parente ou de um profissional. E nada de brincadeiras que balancem, sacudam ou empurrem violentamente o bebê.

Nunca deixe o bebê sozinho

Até os recém-nascidos podem, às vezes, girar ou virar, por isso jamais deixe o bebê sozinho na banheira ou em uma superfície alta, como o trocador ou a cama. Se o telefone tocar, leve o bebê junto para atendê-lo (ou deixe que a secretária eletrônica atenda). Emergências podem acontecer em frações de segundo e seu filho precisa de você por perto o tempo todo.

Evite queimaduras e mantenha o bebê longe do fogo
  • Instale detectores de fumaça, sobretudo no quarto da criança. Se não tiver, compre extintores de incêndio. Ao acertar o relógio antes e depois do horário de verão, verifique a bateria.
  • Use roupas, lençóis e brinquedos resistentes a fogo.
  • Regule o aquecedor de água da casa.; 50 graus centígrados é um bom nível para casas com crianças pequenas. É o suficiente para evitar queimaduras e lavar pratos e roupas.
  • Cuidado com lareiras; opte por outro tipo de aquecimento.
  • Guarde todos os eletrodomésticos com fios longe do alcance de seu bebê.
  • Cubra as tomadas elétricas.
  • Evite a luz direta do sol e use filtro solar, pois o sol pode afetar a sensível pele do bebê. A American Academy of Pediatrics afirma que o uso de pequenas quantidades de filtro solar não faz mal a bebês com menos de seis meses e é recomendado sempre que o bebê for sair ao ar livre. Use roupas e protetores de orelha, mesmo nos bebês mais novinhos.
Reduza o risco da síndrome da morte súbita infantil (SMSI)
  • Não coloque o bebê para dormir de bruços. Pesquisas mostram que esta ação reduz em até 70 por cento o risco da síndrome da morte súbita. Deixe-o de bruços, quando acordado, para que ele possa descobrir, explorar e fortalecer os ombros.
  • Mantenha a temperatura do quarto do bebê agradável, mas não alta demais. Se a temperatura for superior a 22 a 24 graus, ou se o bebê estiver com excesso de roupas ou cobertores, o risco da síndrome da morte súbita aumenta.
  • Deixe a cabeça do bebê descoberta durante o sono.
  • No berço, o colchão deve ser bem firme. Superfícies moles e macias podem obstruir sua respiração. Não use colchas grossas, protetores de colchão ou forros de couro embaixo ou sobre o bebê. Nada de travesseiros nem bichos de pelúcia. Por fim, verifique se os protetores da grade do berço estão bem presos.
  • Não fume perto do bebê. Bebês em lares de fumantes têm duas vezes mais probabilidade de sofrer síndrome da morte súbita.
  • Amamente seu bebê o máximo que puder.
Dirija com segurança

É importante preocupar-se também com a segurança do carro. Os acidentes de automóvel são uma das maiores causas de morte e lesões em crianças.
  • Use sempre a cadeirinha apropriada para o tamanho e a idade do seu filho. Quase todas as crianças que se machucam ou morrem em acidentes de automóvel não estavam utilizando o cinto de segurança ou as cadeirinhas não estavam adequadamente instaladas. Ao instalá-la, siga as instruções do fabricante.
  • Criança anda sempre no banco de trás.
  • Nunca deixe a criança sozinha no carro, nem por um minuto!
  • Não fume no carro.
  • Use travas automáticas nas portas e janelas do carro.
  • Dê um bom exemplo, use sempre o cinto e dirija com segurança.
Torne sua casa à prova de crianças

O termo “à prova de crianças” é um pouco exagerado, pois não existe uma casa totalmente à prova de crianças. É preciso estar sempre de olho no bebê, sobretudo quando estiver na casa de outra pessoa. As medidas a seguir podem ajudar a tornar sua casa mais segura:
  • Engatinhe pela casa, observando tudo da perspectiva do bebê. Você rapidamente identificará inúmeros perigos. Prepare uma lista de tudo que encontrar e tome as medidas adequadas.
  • Na medida do possível, tire do alcance da criança todos os fios e eletrodomésticos. Antes de usar um eletrodoméstico, veja se o bebê está sob o seu raio de visão e longe da ação.
  • Cubra todas as tomadas elétricas.
  • Guarde longe do alcance da criança material de limpeza, remédios, álcool, vitaminas e tudo o mais que possa ser prejudicial ao bebê se ingerido. Tranque os armários com chave.
  • Use travas de segurança nos armários de louças.
  • Bloqueie o acesso a escadas e use travas em portas e janelas.
  • Deixe os puxadores de cortinas longe do alcance das crianças.
  • Evite usar toalhas, caminhos e paninhos de mesa que a criança possa usar para puxar os objetos de cima da mesa.
  • Aconselhe os avós e outras pessoas com quem você possa deixar seu filho a tomar as medidas necessárias para proteger a casa delas também.
Cuidado com o gás
  • O radônio, um gás radioativo emitido naturalmente é um agente cancerígeno muito perigoso para a saúde, que pode se acumular em locais pouco arejados, em climas muito frios, e nos porões das casas. Bebês e crianças pequenas correm risco maior, pois o gás se acumula próximo ao chão. Procure informações para prevenir o acúmulo de radônio.
  • Detectores de monóxido de carbono são importantes para quem usa aquecedores à base de propano. Verifique constantemente o estado das baterias.
Previna sufocamento

Nos Estados Unidos, o sufocamento é a quarta maior causa de morte acidental entre crianças com menos de cinco anos. Felizmente, é possível adotar medidas preventivas. Siga estas diretrizes:
  • Evite alimentos com os quais a criança possa engasgar, por exemplo, cachorro-quente, uvas inteiras, amendoim, balas duras e cenoura crua. Jamais alimente o bebê deitado. Ele deve estar sempre sentado, no seu colo ou no cadeirão. As crianças pequenas devem se sentar à mesa junto com a família e jamais andar ou correr com comida na boca.
  • Brinquedos seguros: Os brinquedos macios devem ser laváveis, feitos de material à prova de fogo e não devem conter peças pequenas, como olhos e botões. Se o brinquedo for desmontável, suas peças não devem ter menos de 1,75 polegadas. O bebê pode engasgar com peças menores. Não tenha brinquedos com cordões, fechos ou botões. Evite balões de soprar e bolas pequenas demais.
  • Roupas: Cuidado com cordões ou fitas soltas ou qualquer coisa que possa enrolar nos pequeninos dedos dos pés e das mãos do bebê. Evite roupas com cordões que possam ficar presos na porta do carro ou na roda da bicicleta.
Pare de fumar

Uma casa sem fumaça de cigarro é saudável para todos os seus moradores, sobretudo para o bebê. Ninguém deve fumar perto dele. Quem não estiver disposto a parar de fumar, deve pelo menos, se abster de fumar dentro de casa. Se você ou qualquer outra pessoa da casa fumarem, observe que os motivos para largar o cigarro são muitos, se não for para o seu bem, pelo menos pelo bem do bebê.
  • Bebês em lares de fumantes têm duas vezes mais probabilidade de sofrer síndrome da morte súbita.
  • Crianças que convivem com fumantes têm mais resfriados, infecções de ouvido, de garganta, asma, pneumonia, queimaduras e outros problemas de saúde, em comparação com crianças de lares onde não há fumantes.
  • Nas casas de fumantes, o risco de incêndios e queimaduras é muito maior.
Previna lesões e morte por acidentes com arma de fogo

Diariamente, morrem inúmeras crianças em decorrência de acidentes provocados por arma de fogo, assassinato e suicídio. Um número ainda maior de crianças saem feridas. Nas casas em que existem armas de fogo, a curiosidade natural e as brincadeiras das crianças podem rapidamente se transformar em tragédia.
  • Elimine todas as armas que tiver em casa. A melhor maneira de proteger seus filhos de danos e da morte provocados pelas armas de fogo é eliminar todas as armas existentes na casa.
  • Deixe as armas muito bem guardadas. Se não quiser ou não puder eliminá-las, tranque-as em um lugar seguro, separadas da munição. Só os adultos devem saber onde estão guardadas.
  • Se a arma não estiver trancada em lugar seguro, não a deixe à vista. Sempre que manuseá-la, inclusive para limpeza, guarde-a em seguida; jamais deixe sobre um móvel, à vista. A maioria dos acidentes com armas de fogo envolvendo crianças acontece porque não há um adulto por perto.
  • Use travas de gatilho e outros dispositivos de segurança.
  • Nunca se refira a uma arma como um brinquedo.
Evite afogamentos/promova segurança na água

Afogamento é o segundo tipo de acidente mais letal (atrás apenas dos acidentes de automóvel) nos Estados Unidos. As crianças pequenas correm risco especial, não apenas por não saberem nadar, mas também porque podem se afogar em uma quantidade mínima de água.
  • Quando estiver perto de banheiros, bacias, piscinas, lagos ou do mar, jamais deixe a criança sozinha.
  • Crianças de qualquer idade precisam de supervisão direta quando estão perto da água.
  • Bebês e crianças muito pequenas devem ser mantidas longe do banheiro, exceto quando estiverem sob a supervisão de um adulto.
  • Se tiver piscina em casa, cubra-a ou cerque-a, mantendo o portão de acesso sempre fechado. Se houver uma piscina em sua comunidade, exija as medidas apropriadas.
  • Aulas de natação não são recomendadas para crianças com menos de três anos. Elas dão aos pais um falso senso de segurança. Supervisione seu filho sempre que ele estiver dentro d'água, mesmo que já esteja na natação. As crianças pequenas podem engolir água demais quando estão nadando, o que pode provocar um grave desequilíbrio de sal, às vezes até fatal.
  • Se tiver barco, lembre-se de seguir todas as normas de segurança existentes. Tenha sempre bóias de segurança do tamanho adequado para cada pessoa a bordo e ensine seus filhos as normas de segurança.
  • As bóias de braço, os anéis plásticos e outros recursos não garantem a segurança de crianças pequenas na água. Não tire os olhos de seus filhos. No caso de crianças menores de dois anos, a mãe ou o pai devem ficar com elas dentro da água o tempo todo.
Pequenas dicas de segurança
  • Não pendure a chupeta no pescoço do bebê nem use colares. Fitas ou colares podem facilmente se prender e estrangular a criança.
  • Antes de comprar qualquer coisa para o seu filho, verifique as informações de segurança. Tudo o que comprar deve estar dentro dos Padrões de Segurança do Inmetro.
  • Nunca se refira a um remédio como "balinha".
  • Tire todas as bolsas e bagagens de visitas do alcance de seu filho.
  • A sacola do bebê e os carrinhos devem ser adequados à sua idade e fase de desenvolvimento.
Fonte:.Pampers

6 de mai. de 2013

Sinais do trabalho de parto


9f636bb78413d83eb237d75df2b06105Posso ter contrações sem estar em trabalho de parto? Sinais do trabalho de parto: Cada mulher apresenta um tipo de trabalho de parto, e dizer exatamente quando começa é impossível. Não é um acontecimento isolado e sim um processo em que várias mudanças fisiológicas em seu corpo trabalham juntas para ajudar o nascimento do bebê. Esta seção ajudará a saber se você está mesmo em trabalho de parto. Porém, fale com seu médico caso tenha dúvidas.

Quais são os sinais do trabalho de parto?
  • O colo torna-se cada vez mais fino e macio (também chamado de obliteração) e dilatado (até 10 centímetros).
  • Ocorrem contrações em intervalos regulares e cada vez menores e se tornam mais longas e mais intensas.
  • Dor constante na parte inferior das costas, principalmente se também houver dores semelhantes às cólicas pré-menstruais.
  • Surgimento de uma pequena mancha de sangue (secreção de muco amarronzado ou avermelhado). Se sair o tampão de muco que bloqueia o colo, o trabalho de parto é iminente; ou pode demorar alguns dias. Mesmo assim, é um sinal de que tudo está caminhando.
  • Rompimento da bolsa, mas só se houver contrações.
Quando é hora de ligar para o médico?

É provável que no terceiro trimestre o médico já tenha explicado o que fazer quando você estiver em trabalho de parto. Mas se você achar que está na hora, não se acanhe e ligue para o médico. Eles estão acostumados às ligações de mulheres que não têm certeza se estão ou não em trabalho de parto, e que precisam de orientação: é o trabalho deles. Eles poderão orientá-la. O médico perguntará a freqüência das contrações, se você consegue falar durante as contrações e se tem qualquer outro sintoma.

A bolsa

Se sua bolsa romper ou se você achar que está perdendo líquido amniótico, ligue para seu médico. Você deve avisá-lo também se suspeitar de redução da atividade fetal ou se tiver qualquer sangramento vaginal, exceto se for uma mancha de sangue (caracterizada por uma pequena quantidade de muco avermelhado), febre, fortes dores de cabeça, alterações na visão ou dor abdominal.

O que devo fazer no início do trabalho de parto?

É importante beber muito líquido. Alterne entre beber líquidos e descansar ou tente tomar um banho morno para acalmar as dores. Se puder descansar um pouco, será melhor para você.

Posso ter contrações sem estar em trabalho de parto?

Sim. É o falso trabalho de parto se o colo não se dilatar (o médico poderá confirmar isso durante o exame), as contrações são irregulares e não parecem aumentar em intensidade e qualquer dor no abdômen ou nas costas é facilmente aliviada com um banho morno ou massagem. Beba água para enfrentar as contrações irregulares e improdutivas. Uma mulher começou a ter fortes contrações três dias antes de entrar em trabalho de parto. As contrações, embora dolorosas, eram completamente irregulares e imprevisíveis e aconteciam a cada cinco minutos, depois a cada sete, depois oito, depois cinco e finalmente a cada oito minutos. Quando a bolsa dela se rompeu, ela chorou de alívio, pensando que havia finalmente entrado em trabalho de parto. E havia.

Consigo perceber quando o início do trabalho de parto está próximo?

Nem sempre. Embora você não saiba tudo o que está acontecendo, seu corpo começa a se preparar para o trabalho de parto até um mês antes do nascimento. Quando o verdadeiro trabalho de parto começa, o colo de algumas mulheres já começou a dilatar e a afinar.

Fonte: www.pampers.com.br

Entre a criança que tenho e a criança que fui

Entre a criança que tenho e a criança que fui

A mãe que sou
Quantas vezes você já pensou que quer ser a melhor mãe para o seu filho? Quantas vezes você já se questionou se está fazendo o que é certo ou errado? Julgamentos, expectativas, frustrações, culpa, responsabilidade. Mães vivem mergulhadas neste universo emocional intenso. E eis que ali, na sua frente, você tem um pequeno bebê. Ele ainda não engatinha, ainda não fala. Mas certamente você já observou que ele têm muita personalidade. Você já tem um conceito formado sobre seu filho provavelmente desde que ele estava na sua barriga. “Ele é muito agitado”, ou não, “Ele é muito tranqüilo”. Tudo o que você esperava sobre seu filho começa a influenciar suas experiências com ele. São muitos julgamentos, muitas expectativas. Muitas projeções.
Quantas vezes você já ouviu alguém da sua família chegar perto de seu bebê e dizer: ele é chorão como você era. Ele é quieto demais. Ele é muito guloso. Muitas comparações, muitos conceitos, aquele pequeno bebê é enquadrado o tempo todo. Será que ele é mesmo assim? Será que ele é tudo isso? Vamos com calma. Você é a mãe dele, provavelmente passa muito tempo junto de seu bebê. Você conhece seu filho melhor do que ninguém. A questão é: você se conhece melhor do que ninguém?
A criança que fui
Quando pensamos no que queremos dar de melhor pra nossos filhos, um milhão de conceitos do que seja o melhor podem surgir. É um campo muito subjetivo. Cada cabeça uma sentença, como dizem. No entanto, será que paramos pra questionar estes conceitos o suficiente? Será que o que embasa nossa percepção do que seja o melhor para nossas crianças leva em consideração o que elas realmente precisam em todos os aspectos de sua humanidade? Em tempos de comemoração de Dia das Crianças, sempre surgem diversas questões sobre o que podemos fazer por estes seres que serão os adultos de amanhã. Acho que esta é uma questão séria em nossa sociedade: estamos pensando demais nos adultos de amanhã, esquecendo que hoje, aqui e agora, eles ainda são crianças. Claro, precisamos pensar nos adultos de amanhã, nada contra isso. Mas há muitas formas de se pensar nisso. O ponto que quero ressaltar é que perdemos a conexão com o universo infantil, nos distanciamos muito dessa linguagem.
Minha proposta para este momento é uma profunda revisão naquilo que os pais e cuidadores podem oferecer para realmente compreender qual é a necessidade das crianças que estão à sua volta, de que formas nós adultos podemos realmente nos aproximar das crianças, a partir do universo delas, e não apenas do universo adulto.  A qualidade do cuidado que oferecemos aos nossos bebês e crianças vai depender da qualidade da referência de cuidado que trazemos em nossa bagagem, das experiências de cuidado que tivemos como referência em nossa própria vida. Proponho que tentemos por alguns instantes nos lembrar da criança que fomos, para, desta forma, nos aproximarmos da criança que temos em nossa frente. Quantas vezes você enquanto mãe, ou pai, já se pegou pensando em coisas como:
- Minha mãe diz que quando eu era bebê era chorona igual ao meu filho
- Quando eu era criança, era muito tímida, isso me atrapalhou, não quero que meu filho se sinta assim
- Meus pais me bateram muito, jamais vou bater no meu filho
ou
- Meus pais me batiam e nem por isso fiquei traumatizado, talvez eu use desse recurso de meu filho estiver levado demais
- Nunca recebi um carinho de meus pais, quero dar todo o carinho pro meu filho
- Dizem que se pegar demais no colo, vai ficar mimado
Dizem isso, dizem aquilo, são muitos dizeres na cabeça e sentimentos de uma mãe. Tudo isso acaba ficando entre ela e seu bebê, sua criança. E na correria deste mundo, cada vez mais acelerado e virtual, vai se tornando cada vez mais difícil achar que é possível fazer diferente, ter tempo para fazer diferente, ter tempo para realmente mudar o que se precisa mudar, ter tempo para sequer pensar nisso tudo. Tempo, tempo, tempo, desculpas, desculpas e desculpas, e assim vamos construindo uma relação com nossos filhos. E assim vamos nos distanciando cada vez mais da criança, pois é preciso pensar na escola, no trabalho, nas contas, no relacionamento, em tantas outras coisas.
Neste instante, mais uma vez, tente se lembrar de quando você era pequenina. O que você queria de seus pais? O que era realmente importante pra você? Tente não se apegar às justificativas que podem vir em sua mente: agora você é adulto, você precisou ter algum entendimento do que era possível naquela época, talvez você nem queira julgar seus pais, você os ama e entende o que aconteceu. No entanto, pense realmente no que era importante pra você quando você se aproximava de seus pais ou das pessoas que cuidavam de você. Você queria atenção. Você queria carinho, contato físico. Você queria ser ouvida, vista, reconhecida. Você queria que por apenas um instante sua mãe parasse para brincar com você. Você talvez quisesse que ela apenas lhe deixasse brincar, talvez nem isso fosse possível para você.
Pode ser que se lembre de muitas coisas das quais sentiu falta, talvez não, talvez não consiga se recordar direito da sua infância. A questão é se lembrar que para uma criança, muitas vezes o querer se trata de coisas bem mais simples do que em nosso mundo de adultos. E existe, ainda, um ponto muito importante:  as crianças são sensíveis, muito observadoras. Captam as coisas de uma outra forma. Estão num mundo muito mais não-verbal do que o nosso, elas são muito mais sensoriais. Você já deve ter passado por alguma situação em que percebeu que seu filho sacou muito mais do que estava acontecendo ao redor dele do que você esperava, mesmo quando você fez de tudo para disfarçar. Não dizem que as crianças não possuem travas na língua, que  dizem a verdade? Uma criança está no mundo de outra maneira, muito mais em contato com a realidade do que imaginamos, mesmo que para nós elas vivam no mundo da fantasia. Para uma criancinha, a qualidade da sua presença é muito mais importante do que a quantidade (isso não significa que ela não vá pedir pela quantidade!). Ela sente quando você está presente e quando você não está. Ela sente quando você disfarça algo. Mesmo que não lhe diga. Basta voltar no tempo e pensar em alguma situação em que você sabia o que estava acontecendo e percebia que seus pais tentavam disfarçar. Todos nós temos a capacidade de nos lembrar como é ser criança. Mas isso implica em nos abrirmos para um universo que contém outra criança: aquela que nós fomos. Nem sempre queremos realmente viver novamente as sensações de nossa infância, isso implica em reviver dores e histórias muitas vezes enterradas. No entanto, algo enterrado, não necessariamente desapareceu. Apenas está ali, debaixo da superfície. E quando se trata de nosso universo emocional, nossa história sempre vai estar presente, quer estejamos conscientes dela ou não. Quer decidamos olhar para ela ou não. Ela surge o tempo todo em nossos pensamentos, nossos julgamentos, expectativas, marcas, crenças – elas formam a lente com que olhamos o mundo.
Você irá olhar para seu bebê, para seu filho a partir da criança que um dia foi. A questão é: você está consciente disso? Que parte dessa criança dentro de você vai mobilizar suas ações e escolhas enquanto mãe? Como o adulto que você é hoje vai se permitir impregnar dessas qualidades da criança que um dia foi? Será que estará mais impregnado das dificuldades que ela vivenciou? Que marcas ficaram dessa criança?
Se você não sabe de que forma esses questionamentos podem te ajudar, não fique aflita. O simples fato de se propor a ler este texto, a pensar um pouco nisso, a entrar em contato com tudo isso dentro de você, já é um passo nessa jornada. Ser uma mãe mais consciente é algo trabalhoso, sim, e exige coragem. Coragem de olhar para tudo que está dentro de você, o que é sua força, e o que é sua fragilidade. E perceber que nossa fragilidade também é nossa força, especialmente quando lidamos com crianças. Para acolher a fragilidade de um bebezinho, de uma criança, amorosamente, ajuda muito estar conectada também com a sua própria fragilidade. É mais fácil brincar com uma criança quando nos soltamos e entramos no mesmo nível dela, e então nos vemos criança de novo. Poder chorar quando nosso bebê está chorando e sentir que tudo bem, que não é preciso reprimir nosso próprio choro (há formas e formas de acolher nosso choro!). São pequenas mudanças de olhar e atitudes a respeito de nós mesmas, da bagagem que trazemos, que vão nos ajudar a lidar com nossos filhos de outra maneira, a enxergá-los de outra maneira. Reconhecer nossa humanidade, e também nossa animalidade, pois nossos filhos trazem muito disso para nossas vidas. Basta nos abrirmos, não só para dar, mas para receber este presente que eles nos trazem: a retomada de contato com a nossa própria presença. Quer melhor presente do que este no Dia das Crianças?


Fonte: desconhecida na internet
JPG cadeirinhas 468x60
468x60