20 de mai. de 2013

Manual de etiqueta da visita ao recém-nascido

Dicas de como se comportar perto dos recém chegados e de seus pais


Reprodução: Getty Images
Por Renata Pinheiro

Quando chega o novo membro da família, a reação imediata é correr até a maternidade para conferir se o bebê é saudável, se puxou à mãe, ao pai, à avó ou se é a cara do avô. O problema é que todos têm, ao mesmo tempo, a mesma ideia e a mesma curiosidade.
Por outro lado, alguns amigos e familiares acreditam que estar perto dos pais e do neném, logo que ele chegou ao mundo, é prova de consideração e estima. 

Mas esse primeiro momento, tanto para o recém nascido, quanto para o papai e a mamãe, requer alguns cuidados, que harmonizam muito bem com o bom senso dos mais chegados.
"A chegada do bebê precisa ser tranquila e acolhedora, pois ele começa a ver o mundo a partir desse meio familiar em que vai viver e se desenvolver", explica Carmen Costa.
Carmem é psicopedagoga, psicomotricista e professora de Educação Física e trabalha há mais de 20 anos com bebês e crianças pequenas. É ela quem nos ajuda a desenvolver um pequeno manual de etiqueta do recém-nascido, que pode acabar com alguns dilemas, nesses casos. Da simples gafe ao que pode ser realmente prejucial ao bem estar de pais e filhos, seguem algumas dicas.
Amigos e familiares, controlem a ansiedade:
"A visita nunca deve ser feita no dia do nascimento, principalmente se o parto tiver sido cesárea. A recomendação médica é para a mãe falar o mínimo necessário durante as próximas 12 horas, a fim de evitar gases e dor no corte. Então, visitas no dia do parto, só se você for muito íntimo e tiver certeza que a pessoa está à vontade para receber", ensina.



Reprodução: Getty Images


Visita de médico:


"Se você quer visitar sua amiga que acabou de dar a luz, vá à maternidade, pois a visita é curta e não incomoda: 15 minutos. Não vá à casa do recém-nascido antes que ele complete um mês, só se você tiver intimidade com o casal. E, mesmo assim, o melhor é telefonar e perguntar o horário mais adequado. Nunca chegue de surpresa", explica. 

Criança no recinto, só o recém-nascido:
"Levar crianças para a visita na maternidade é complicado. Em primeiro lugar, ligue e consulte a família. Procure saber se ela se incomoda com a visita dos pequenos", sugere a psicopedagoga. Além do tumulto que podem vir a causar, com correria  e brincadeiras no hospital e chororô. Outro detalhe é que crianças são mais suscetíveis à doenças como gripe, além daquelas comuns na infância - sarampo, rubéola, catapora, caxumba, coqueluche. E o recém-nascido, mais ainda. 
Deixe as flores no jardim:
"Gostamos muito de levar flores para a nova mãe, mas não é permitido flores no quarto. Sendo assim, é melhor levar uma lembrança para o bebê", sugere Carmen. 
Lembrancinhas não são brindes:
"Em muitos casos, as lembranças do nascimento são contadas. Então, pegue apenas uma lembrança para você e não para aqueles que não puderam ir visitar", ensina a 'personal baby'. 
É proibido fumar:
E a restrição vale para horas antes da visita. As substâncias do cigarro ficam impregnadas em roupas e mãos dos fumantes e esses resíduos são tão prejudiciais quanto a própria fumaça. O contato do bebê com o material tóxico o expõe a uma probabilidade dez vezes maior de adquirir uma pneumonia aguda, bronquite, rinite e otite. 
Fila indiana:
“As visitas devem ser organizadas para não formar uma aglomeração em volta do bebê. Esse tipo de ocasião favorece contágios e excesso de barulho, e isso pode causar estresse ao recém nascido”.
 

Reprodução: Getty Images
Homens no local, só os mais íntimos da família:

Se você é amiga da mamãe e vai visitá-la, deixe o namorado em casa. Homens em visita, só os mais chegados. Caso contrário, pode ser constrangedor para a mãe na hora de amamentar o recém-nascido ou mesmo pelos trajes 'de hospital' que ela usa. 
Mãos ao alto!
Lavar bem as mãos e os braços - até a altura dos cotovelos - antes de chegar perto da mãe e do bebê é imprescindível. Isso diminui bastante o risco de contaminação por vírus e bactérias. Caso contrário, mãos ao alto e longe da família do neném. 
Recém-nascido não é modelo fotográfico:
A luz do flash das câmeras assusta o bebê. E só as mães sabem o trabalhão que dá fazê-lo voltar a dormir ou acalmá-lo de um susto. Por outro lado, os olhinhos do pequeno ainda não estão preparados para receber essa 'surpresa'.    
Lugar de fazer carinho é no pé:
O melhor lugar para fazer carinho no recém-nascido é o pezinho. Nada de apertões na bochecha, beijos e toques não muito delicados nas mãozinhas das crianças. Incomoda o bebê. 
O bebê não é seu:
A gente sabe, é quase irresistível querer pegar o recém-nascido no colo. Aquele cheirinho de bebê, aquela coisinha pequena e desprotegida, aqueles membros curtinhos. Mas não insista. Se tiver intimidade com a mãe, peça e ela responderá com honestidade. Fora isso, resista. Ainda terá muito tempo pela frente.

Fonte: Mães e Filhos

Morre bebê que ganhou liminar para ser transferido para hospital na capital

Família conseguiu uma liminar na Justiça, mas ela não foi cumprida. Criança precisava ser transferida com urgência e passar por cirurgia

Bebê de Santos, com problema grave no coração, precisa de transferência para hospital em São Paulo (Foto: Reprodução/TV Tribuna)Um bebê, com menos de um mês e meio de vida, com um problema grave no coração, morreu na madrugada desta segunda-feira (20) em um hospital em Santos, no litoral de São Paulo. A criança dependia da transferência de um hospital de Santos para um de São Paulo para sobreviver. A família conseguiu uma liminar na Justiça, mas ela não foi cumprida.
Um juiz intimou o governador a tomar providências. A transferência parecia estar certa, mas não foi feita. Depois de várias tentativas da família e da espera, a criança não resistiu e morreu no começo desta madrugada. O bebê estava internado há mais de duas semanas na UTI da Santa Casa de Santos com um problema gravíssimo no coração.
A criança precisava ser transferida para um hospital especializado em São Paulo para passar por uma cirurgia. A família conseguiu na Justiça uma liminar, que obrigou a secretaria de Saúde do Estado a transferir a criança de helicóptero.
Segundo relatório médico da UTI pediátrica da Santa Casa, a transferência seria a única esperança para o paciente.  No último sábado (18), a assessoria de imprensa do governo do Estado informou que o bebê seria transferido para a UTI neonatal do Incor, em São Paulo, por um helicóptero da Polícia Militar. Porém, isso não aconteceu. O enterro do bebê acontece às 14h desta segunda-feira, no Cemitério Municipal de Praia Grande. A família disse que vai entrar com uma ação na Justiça contra o Estado.
Já o Departamento Regional de Saúde da Baixada Santista, por meio do Governo do Estado, falou que o bebê estava com infecção e não tinha condições clínicas de transferência ou para uma cirurgia. Essa informação foi contestada pelo setor de pediatria da Santa Casa de Santos mas, segundo o Governo do Estado, o problema foi confirmado pelo InCor, que disponibilizou uma vaga para a criança na tarde deste domingo mas, por causa das condições clínicas, a transferência não ocorreu.

Fonte: A Tribuna

Bebê morre após contrair vírus do herpes em beijo do pai

 

ASSUNTOS: Recém-nascido
recém-nascido teve falência múltipla de órgãos










Bebê morre após contrair vírus em beijo do paiKaiden ainda na incubadora. Reprodução / Daily Mail
De acordo com médicos, o vírus do herpes é letal nas primeiras seis semanas de vida devido à baixa imunidade dos recém-nascidos. A transmissão ocorre por meio de contato físico, o que inclui beijo e até a amamentação. Foi o que aconteceu com um bebê da Inglaterra.
Kaiden McCormick nasceu prematuro e estava na incubadora há seis semanas lutando pela vida. O que os pais jamais poderiam imaginar é que com um beijo eles estariam assinando a sentença do filho: o bebê contraiu o vírus do herpes que foi transmitido por um beijo dado pelo pai, portador de herpes labial. Aos dois meses, Kaiden morreu por falência múltipla dos órgãos, segundo reportagem do
Daily Mail.
"Quando o médico disse que foi por transmissão do herpes labial, eu olhei para o Carl e ele, instintivamente, tocou em seus lábios. Naquele momento eu vi o coração dele quebrar em dois", conta a esposa de Carl Maclaren, Marrie-Claire McCormick, que está grávida novamente e luta para que o governo inglês faça uma campanha alertando grávidas e pais de primeira viagem para os perigos do vírus para os bebês. "Eu me culpo, mas não tinha ideia. Se eu não tivesse chegado perto dele, ele estaria aqui até hoje", conta o pintor e decorador.
Bebê morre após contrair vírus em beijo do pai

O beijo fatal. Reprodução / Daily Mail
Herpes labial é fatal para bebês

Um vírus que é comum entre os adultos, mas pode ser letal para os bebês, o herpes pode causar a morte de recém-nascidos e são um perigo até as seis semanas de vida. Transmitido por contato físico, como divisão do mesmos itens de higiene, talheres e copos, beijo e até amamentação, o vírus quando ataca um bebê é difícil de ser detectado.
Os sinais mais comuns são falta de fome, sonolência, febre, moleza e choro incomum. Entidades inglesas sugerem que nenhuma pessoa com herpes, afta ou sintomas virais beije um bebê por causa da baixa imunidade do organismo.


Fonte: Mães GNT

7 de mai. de 2013

O jogo da segurança

14be46f4484492eb4b332f2485da7f6bO jogo da segurança Por: Suzanne Dixon, Pediatra, mestre em saúde pública.

Desde o momento em que descobre que está grávida, a principal preocupação da mãe é a segurança do bebê. Segurança é basicamente uma questão de bom senso e vigilância, pois ao mesmo tempo precisará permitir que eles explorem o mundo novo e façam novas descobertas. Bastam algumas mudanças no ambiente adequadas às diferentes fases do desenvolvimento da criança. Definir formas e lugares seguros para a exploração é melhor do que vigiar cada passo do bebê. Uma tarefa impossível, diga-se de passagem. As regras de segurança mudam de acordo com a idade do bebê, mas existem alguns princípios básicos que se aplicam a todas as crianças. Leia a lista a seguir, que apresenta as regras de segurança básicas.


Jamais sacuda o bebê

Cuidar de um bebê é uma tarefa extenuante, pois os pais geralmente têm dificuldade de descobrir os motivos de seu choro. Raiva e frustração são normais. Mas, por maior que seja a sua frustração, NUNCA sacuda o bebê com violência. Mesmo de brincadeira, sacudi-lo pode causar sangramento cerebral e ruptura de nervos e músculos. A síndrome do bebê espancado pode provocar cegueira, danos cerebrais ou morte. Se sentir que está perdendo o controle, peça a ajuda do pai da criança, de um amigo, parente ou de um profissional. E nada de brincadeiras que balancem, sacudam ou empurrem violentamente o bebê.

Nunca deixe o bebê sozinho

Até os recém-nascidos podem, às vezes, girar ou virar, por isso jamais deixe o bebê sozinho na banheira ou em uma superfície alta, como o trocador ou a cama. Se o telefone tocar, leve o bebê junto para atendê-lo (ou deixe que a secretária eletrônica atenda). Emergências podem acontecer em frações de segundo e seu filho precisa de você por perto o tempo todo.

Evite queimaduras e mantenha o bebê longe do fogo
  • Instale detectores de fumaça, sobretudo no quarto da criança. Se não tiver, compre extintores de incêndio. Ao acertar o relógio antes e depois do horário de verão, verifique a bateria.
  • Use roupas, lençóis e brinquedos resistentes a fogo.
  • Regule o aquecedor de água da casa.; 50 graus centígrados é um bom nível para casas com crianças pequenas. É o suficiente para evitar queimaduras e lavar pratos e roupas.
  • Cuidado com lareiras; opte por outro tipo de aquecimento.
  • Guarde todos os eletrodomésticos com fios longe do alcance de seu bebê.
  • Cubra as tomadas elétricas.
  • Evite a luz direta do sol e use filtro solar, pois o sol pode afetar a sensível pele do bebê. A American Academy of Pediatrics afirma que o uso de pequenas quantidades de filtro solar não faz mal a bebês com menos de seis meses e é recomendado sempre que o bebê for sair ao ar livre. Use roupas e protetores de orelha, mesmo nos bebês mais novinhos.
Reduza o risco da síndrome da morte súbita infantil (SMSI)
  • Não coloque o bebê para dormir de bruços. Pesquisas mostram que esta ação reduz em até 70 por cento o risco da síndrome da morte súbita. Deixe-o de bruços, quando acordado, para que ele possa descobrir, explorar e fortalecer os ombros.
  • Mantenha a temperatura do quarto do bebê agradável, mas não alta demais. Se a temperatura for superior a 22 a 24 graus, ou se o bebê estiver com excesso de roupas ou cobertores, o risco da síndrome da morte súbita aumenta.
  • Deixe a cabeça do bebê descoberta durante o sono.
  • No berço, o colchão deve ser bem firme. Superfícies moles e macias podem obstruir sua respiração. Não use colchas grossas, protetores de colchão ou forros de couro embaixo ou sobre o bebê. Nada de travesseiros nem bichos de pelúcia. Por fim, verifique se os protetores da grade do berço estão bem presos.
  • Não fume perto do bebê. Bebês em lares de fumantes têm duas vezes mais probabilidade de sofrer síndrome da morte súbita.
  • Amamente seu bebê o máximo que puder.
Dirija com segurança

É importante preocupar-se também com a segurança do carro. Os acidentes de automóvel são uma das maiores causas de morte e lesões em crianças.
  • Use sempre a cadeirinha apropriada para o tamanho e a idade do seu filho. Quase todas as crianças que se machucam ou morrem em acidentes de automóvel não estavam utilizando o cinto de segurança ou as cadeirinhas não estavam adequadamente instaladas. Ao instalá-la, siga as instruções do fabricante.
  • Criança anda sempre no banco de trás.
  • Nunca deixe a criança sozinha no carro, nem por um minuto!
  • Não fume no carro.
  • Use travas automáticas nas portas e janelas do carro.
  • Dê um bom exemplo, use sempre o cinto e dirija com segurança.
Torne sua casa à prova de crianças

O termo “à prova de crianças” é um pouco exagerado, pois não existe uma casa totalmente à prova de crianças. É preciso estar sempre de olho no bebê, sobretudo quando estiver na casa de outra pessoa. As medidas a seguir podem ajudar a tornar sua casa mais segura:
  • Engatinhe pela casa, observando tudo da perspectiva do bebê. Você rapidamente identificará inúmeros perigos. Prepare uma lista de tudo que encontrar e tome as medidas adequadas.
  • Na medida do possível, tire do alcance da criança todos os fios e eletrodomésticos. Antes de usar um eletrodoméstico, veja se o bebê está sob o seu raio de visão e longe da ação.
  • Cubra todas as tomadas elétricas.
  • Guarde longe do alcance da criança material de limpeza, remédios, álcool, vitaminas e tudo o mais que possa ser prejudicial ao bebê se ingerido. Tranque os armários com chave.
  • Use travas de segurança nos armários de louças.
  • Bloqueie o acesso a escadas e use travas em portas e janelas.
  • Deixe os puxadores de cortinas longe do alcance das crianças.
  • Evite usar toalhas, caminhos e paninhos de mesa que a criança possa usar para puxar os objetos de cima da mesa.
  • Aconselhe os avós e outras pessoas com quem você possa deixar seu filho a tomar as medidas necessárias para proteger a casa delas também.
Cuidado com o gás
  • O radônio, um gás radioativo emitido naturalmente é um agente cancerígeno muito perigoso para a saúde, que pode se acumular em locais pouco arejados, em climas muito frios, e nos porões das casas. Bebês e crianças pequenas correm risco maior, pois o gás se acumula próximo ao chão. Procure informações para prevenir o acúmulo de radônio.
  • Detectores de monóxido de carbono são importantes para quem usa aquecedores à base de propano. Verifique constantemente o estado das baterias.
Previna sufocamento

Nos Estados Unidos, o sufocamento é a quarta maior causa de morte acidental entre crianças com menos de cinco anos. Felizmente, é possível adotar medidas preventivas. Siga estas diretrizes:
  • Evite alimentos com os quais a criança possa engasgar, por exemplo, cachorro-quente, uvas inteiras, amendoim, balas duras e cenoura crua. Jamais alimente o bebê deitado. Ele deve estar sempre sentado, no seu colo ou no cadeirão. As crianças pequenas devem se sentar à mesa junto com a família e jamais andar ou correr com comida na boca.
  • Brinquedos seguros: Os brinquedos macios devem ser laváveis, feitos de material à prova de fogo e não devem conter peças pequenas, como olhos e botões. Se o brinquedo for desmontável, suas peças não devem ter menos de 1,75 polegadas. O bebê pode engasgar com peças menores. Não tenha brinquedos com cordões, fechos ou botões. Evite balões de soprar e bolas pequenas demais.
  • Roupas: Cuidado com cordões ou fitas soltas ou qualquer coisa que possa enrolar nos pequeninos dedos dos pés e das mãos do bebê. Evite roupas com cordões que possam ficar presos na porta do carro ou na roda da bicicleta.
Pare de fumar

Uma casa sem fumaça de cigarro é saudável para todos os seus moradores, sobretudo para o bebê. Ninguém deve fumar perto dele. Quem não estiver disposto a parar de fumar, deve pelo menos, se abster de fumar dentro de casa. Se você ou qualquer outra pessoa da casa fumarem, observe que os motivos para largar o cigarro são muitos, se não for para o seu bem, pelo menos pelo bem do bebê.
  • Bebês em lares de fumantes têm duas vezes mais probabilidade de sofrer síndrome da morte súbita.
  • Crianças que convivem com fumantes têm mais resfriados, infecções de ouvido, de garganta, asma, pneumonia, queimaduras e outros problemas de saúde, em comparação com crianças de lares onde não há fumantes.
  • Nas casas de fumantes, o risco de incêndios e queimaduras é muito maior.
Previna lesões e morte por acidentes com arma de fogo

Diariamente, morrem inúmeras crianças em decorrência de acidentes provocados por arma de fogo, assassinato e suicídio. Um número ainda maior de crianças saem feridas. Nas casas em que existem armas de fogo, a curiosidade natural e as brincadeiras das crianças podem rapidamente se transformar em tragédia.
  • Elimine todas as armas que tiver em casa. A melhor maneira de proteger seus filhos de danos e da morte provocados pelas armas de fogo é eliminar todas as armas existentes na casa.
  • Deixe as armas muito bem guardadas. Se não quiser ou não puder eliminá-las, tranque-as em um lugar seguro, separadas da munição. Só os adultos devem saber onde estão guardadas.
  • Se a arma não estiver trancada em lugar seguro, não a deixe à vista. Sempre que manuseá-la, inclusive para limpeza, guarde-a em seguida; jamais deixe sobre um móvel, à vista. A maioria dos acidentes com armas de fogo envolvendo crianças acontece porque não há um adulto por perto.
  • Use travas de gatilho e outros dispositivos de segurança.
  • Nunca se refira a uma arma como um brinquedo.
Evite afogamentos/promova segurança na água

Afogamento é o segundo tipo de acidente mais letal (atrás apenas dos acidentes de automóvel) nos Estados Unidos. As crianças pequenas correm risco especial, não apenas por não saberem nadar, mas também porque podem se afogar em uma quantidade mínima de água.
  • Quando estiver perto de banheiros, bacias, piscinas, lagos ou do mar, jamais deixe a criança sozinha.
  • Crianças de qualquer idade precisam de supervisão direta quando estão perto da água.
  • Bebês e crianças muito pequenas devem ser mantidas longe do banheiro, exceto quando estiverem sob a supervisão de um adulto.
  • Se tiver piscina em casa, cubra-a ou cerque-a, mantendo o portão de acesso sempre fechado. Se houver uma piscina em sua comunidade, exija as medidas apropriadas.
  • Aulas de natação não são recomendadas para crianças com menos de três anos. Elas dão aos pais um falso senso de segurança. Supervisione seu filho sempre que ele estiver dentro d'água, mesmo que já esteja na natação. As crianças pequenas podem engolir água demais quando estão nadando, o que pode provocar um grave desequilíbrio de sal, às vezes até fatal.
  • Se tiver barco, lembre-se de seguir todas as normas de segurança existentes. Tenha sempre bóias de segurança do tamanho adequado para cada pessoa a bordo e ensine seus filhos as normas de segurança.
  • As bóias de braço, os anéis plásticos e outros recursos não garantem a segurança de crianças pequenas na água. Não tire os olhos de seus filhos. No caso de crianças menores de dois anos, a mãe ou o pai devem ficar com elas dentro da água o tempo todo.
Pequenas dicas de segurança
  • Não pendure a chupeta no pescoço do bebê nem use colares. Fitas ou colares podem facilmente se prender e estrangular a criança.
  • Antes de comprar qualquer coisa para o seu filho, verifique as informações de segurança. Tudo o que comprar deve estar dentro dos Padrões de Segurança do Inmetro.
  • Nunca se refira a um remédio como "balinha".
  • Tire todas as bolsas e bagagens de visitas do alcance de seu filho.
  • A sacola do bebê e os carrinhos devem ser adequados à sua idade e fase de desenvolvimento.
Fonte:.Pampers

6 de mai. de 2013

Sinais do trabalho de parto


9f636bb78413d83eb237d75df2b06105Posso ter contrações sem estar em trabalho de parto? Sinais do trabalho de parto: Cada mulher apresenta um tipo de trabalho de parto, e dizer exatamente quando começa é impossível. Não é um acontecimento isolado e sim um processo em que várias mudanças fisiológicas em seu corpo trabalham juntas para ajudar o nascimento do bebê. Esta seção ajudará a saber se você está mesmo em trabalho de parto. Porém, fale com seu médico caso tenha dúvidas.

Quais são os sinais do trabalho de parto?
  • O colo torna-se cada vez mais fino e macio (também chamado de obliteração) e dilatado (até 10 centímetros).
  • Ocorrem contrações em intervalos regulares e cada vez menores e se tornam mais longas e mais intensas.
  • Dor constante na parte inferior das costas, principalmente se também houver dores semelhantes às cólicas pré-menstruais.
  • Surgimento de uma pequena mancha de sangue (secreção de muco amarronzado ou avermelhado). Se sair o tampão de muco que bloqueia o colo, o trabalho de parto é iminente; ou pode demorar alguns dias. Mesmo assim, é um sinal de que tudo está caminhando.
  • Rompimento da bolsa, mas só se houver contrações.
Quando é hora de ligar para o médico?

É provável que no terceiro trimestre o médico já tenha explicado o que fazer quando você estiver em trabalho de parto. Mas se você achar que está na hora, não se acanhe e ligue para o médico. Eles estão acostumados às ligações de mulheres que não têm certeza se estão ou não em trabalho de parto, e que precisam de orientação: é o trabalho deles. Eles poderão orientá-la. O médico perguntará a freqüência das contrações, se você consegue falar durante as contrações e se tem qualquer outro sintoma.

A bolsa

Se sua bolsa romper ou se você achar que está perdendo líquido amniótico, ligue para seu médico. Você deve avisá-lo também se suspeitar de redução da atividade fetal ou se tiver qualquer sangramento vaginal, exceto se for uma mancha de sangue (caracterizada por uma pequena quantidade de muco avermelhado), febre, fortes dores de cabeça, alterações na visão ou dor abdominal.

O que devo fazer no início do trabalho de parto?

É importante beber muito líquido. Alterne entre beber líquidos e descansar ou tente tomar um banho morno para acalmar as dores. Se puder descansar um pouco, será melhor para você.

Posso ter contrações sem estar em trabalho de parto?

Sim. É o falso trabalho de parto se o colo não se dilatar (o médico poderá confirmar isso durante o exame), as contrações são irregulares e não parecem aumentar em intensidade e qualquer dor no abdômen ou nas costas é facilmente aliviada com um banho morno ou massagem. Beba água para enfrentar as contrações irregulares e improdutivas. Uma mulher começou a ter fortes contrações três dias antes de entrar em trabalho de parto. As contrações, embora dolorosas, eram completamente irregulares e imprevisíveis e aconteciam a cada cinco minutos, depois a cada sete, depois oito, depois cinco e finalmente a cada oito minutos. Quando a bolsa dela se rompeu, ela chorou de alívio, pensando que havia finalmente entrado em trabalho de parto. E havia.

Consigo perceber quando o início do trabalho de parto está próximo?

Nem sempre. Embora você não saiba tudo o que está acontecendo, seu corpo começa a se preparar para o trabalho de parto até um mês antes do nascimento. Quando o verdadeiro trabalho de parto começa, o colo de algumas mulheres já começou a dilatar e a afinar.

Fonte: www.pampers.com.br

Entre a criança que tenho e a criança que fui

Entre a criança que tenho e a criança que fui

A mãe que sou
Quantas vezes você já pensou que quer ser a melhor mãe para o seu filho? Quantas vezes você já se questionou se está fazendo o que é certo ou errado? Julgamentos, expectativas, frustrações, culpa, responsabilidade. Mães vivem mergulhadas neste universo emocional intenso. E eis que ali, na sua frente, você tem um pequeno bebê. Ele ainda não engatinha, ainda não fala. Mas certamente você já observou que ele têm muita personalidade. Você já tem um conceito formado sobre seu filho provavelmente desde que ele estava na sua barriga. “Ele é muito agitado”, ou não, “Ele é muito tranqüilo”. Tudo o que você esperava sobre seu filho começa a influenciar suas experiências com ele. São muitos julgamentos, muitas expectativas. Muitas projeções.
Quantas vezes você já ouviu alguém da sua família chegar perto de seu bebê e dizer: ele é chorão como você era. Ele é quieto demais. Ele é muito guloso. Muitas comparações, muitos conceitos, aquele pequeno bebê é enquadrado o tempo todo. Será que ele é mesmo assim? Será que ele é tudo isso? Vamos com calma. Você é a mãe dele, provavelmente passa muito tempo junto de seu bebê. Você conhece seu filho melhor do que ninguém. A questão é: você se conhece melhor do que ninguém?
A criança que fui
Quando pensamos no que queremos dar de melhor pra nossos filhos, um milhão de conceitos do que seja o melhor podem surgir. É um campo muito subjetivo. Cada cabeça uma sentença, como dizem. No entanto, será que paramos pra questionar estes conceitos o suficiente? Será que o que embasa nossa percepção do que seja o melhor para nossas crianças leva em consideração o que elas realmente precisam em todos os aspectos de sua humanidade? Em tempos de comemoração de Dia das Crianças, sempre surgem diversas questões sobre o que podemos fazer por estes seres que serão os adultos de amanhã. Acho que esta é uma questão séria em nossa sociedade: estamos pensando demais nos adultos de amanhã, esquecendo que hoje, aqui e agora, eles ainda são crianças. Claro, precisamos pensar nos adultos de amanhã, nada contra isso. Mas há muitas formas de se pensar nisso. O ponto que quero ressaltar é que perdemos a conexão com o universo infantil, nos distanciamos muito dessa linguagem.
Minha proposta para este momento é uma profunda revisão naquilo que os pais e cuidadores podem oferecer para realmente compreender qual é a necessidade das crianças que estão à sua volta, de que formas nós adultos podemos realmente nos aproximar das crianças, a partir do universo delas, e não apenas do universo adulto.  A qualidade do cuidado que oferecemos aos nossos bebês e crianças vai depender da qualidade da referência de cuidado que trazemos em nossa bagagem, das experiências de cuidado que tivemos como referência em nossa própria vida. Proponho que tentemos por alguns instantes nos lembrar da criança que fomos, para, desta forma, nos aproximarmos da criança que temos em nossa frente. Quantas vezes você enquanto mãe, ou pai, já se pegou pensando em coisas como:
- Minha mãe diz que quando eu era bebê era chorona igual ao meu filho
- Quando eu era criança, era muito tímida, isso me atrapalhou, não quero que meu filho se sinta assim
- Meus pais me bateram muito, jamais vou bater no meu filho
ou
- Meus pais me batiam e nem por isso fiquei traumatizado, talvez eu use desse recurso de meu filho estiver levado demais
- Nunca recebi um carinho de meus pais, quero dar todo o carinho pro meu filho
- Dizem que se pegar demais no colo, vai ficar mimado
Dizem isso, dizem aquilo, são muitos dizeres na cabeça e sentimentos de uma mãe. Tudo isso acaba ficando entre ela e seu bebê, sua criança. E na correria deste mundo, cada vez mais acelerado e virtual, vai se tornando cada vez mais difícil achar que é possível fazer diferente, ter tempo para fazer diferente, ter tempo para realmente mudar o que se precisa mudar, ter tempo para sequer pensar nisso tudo. Tempo, tempo, tempo, desculpas, desculpas e desculpas, e assim vamos construindo uma relação com nossos filhos. E assim vamos nos distanciando cada vez mais da criança, pois é preciso pensar na escola, no trabalho, nas contas, no relacionamento, em tantas outras coisas.
Neste instante, mais uma vez, tente se lembrar de quando você era pequenina. O que você queria de seus pais? O que era realmente importante pra você? Tente não se apegar às justificativas que podem vir em sua mente: agora você é adulto, você precisou ter algum entendimento do que era possível naquela época, talvez você nem queira julgar seus pais, você os ama e entende o que aconteceu. No entanto, pense realmente no que era importante pra você quando você se aproximava de seus pais ou das pessoas que cuidavam de você. Você queria atenção. Você queria carinho, contato físico. Você queria ser ouvida, vista, reconhecida. Você queria que por apenas um instante sua mãe parasse para brincar com você. Você talvez quisesse que ela apenas lhe deixasse brincar, talvez nem isso fosse possível para você.
Pode ser que se lembre de muitas coisas das quais sentiu falta, talvez não, talvez não consiga se recordar direito da sua infância. A questão é se lembrar que para uma criança, muitas vezes o querer se trata de coisas bem mais simples do que em nosso mundo de adultos. E existe, ainda, um ponto muito importante:  as crianças são sensíveis, muito observadoras. Captam as coisas de uma outra forma. Estão num mundo muito mais não-verbal do que o nosso, elas são muito mais sensoriais. Você já deve ter passado por alguma situação em que percebeu que seu filho sacou muito mais do que estava acontecendo ao redor dele do que você esperava, mesmo quando você fez de tudo para disfarçar. Não dizem que as crianças não possuem travas na língua, que  dizem a verdade? Uma criança está no mundo de outra maneira, muito mais em contato com a realidade do que imaginamos, mesmo que para nós elas vivam no mundo da fantasia. Para uma criancinha, a qualidade da sua presença é muito mais importante do que a quantidade (isso não significa que ela não vá pedir pela quantidade!). Ela sente quando você está presente e quando você não está. Ela sente quando você disfarça algo. Mesmo que não lhe diga. Basta voltar no tempo e pensar em alguma situação em que você sabia o que estava acontecendo e percebia que seus pais tentavam disfarçar. Todos nós temos a capacidade de nos lembrar como é ser criança. Mas isso implica em nos abrirmos para um universo que contém outra criança: aquela que nós fomos. Nem sempre queremos realmente viver novamente as sensações de nossa infância, isso implica em reviver dores e histórias muitas vezes enterradas. No entanto, algo enterrado, não necessariamente desapareceu. Apenas está ali, debaixo da superfície. E quando se trata de nosso universo emocional, nossa história sempre vai estar presente, quer estejamos conscientes dela ou não. Quer decidamos olhar para ela ou não. Ela surge o tempo todo em nossos pensamentos, nossos julgamentos, expectativas, marcas, crenças – elas formam a lente com que olhamos o mundo.
Você irá olhar para seu bebê, para seu filho a partir da criança que um dia foi. A questão é: você está consciente disso? Que parte dessa criança dentro de você vai mobilizar suas ações e escolhas enquanto mãe? Como o adulto que você é hoje vai se permitir impregnar dessas qualidades da criança que um dia foi? Será que estará mais impregnado das dificuldades que ela vivenciou? Que marcas ficaram dessa criança?
Se você não sabe de que forma esses questionamentos podem te ajudar, não fique aflita. O simples fato de se propor a ler este texto, a pensar um pouco nisso, a entrar em contato com tudo isso dentro de você, já é um passo nessa jornada. Ser uma mãe mais consciente é algo trabalhoso, sim, e exige coragem. Coragem de olhar para tudo que está dentro de você, o que é sua força, e o que é sua fragilidade. E perceber que nossa fragilidade também é nossa força, especialmente quando lidamos com crianças. Para acolher a fragilidade de um bebezinho, de uma criança, amorosamente, ajuda muito estar conectada também com a sua própria fragilidade. É mais fácil brincar com uma criança quando nos soltamos e entramos no mesmo nível dela, e então nos vemos criança de novo. Poder chorar quando nosso bebê está chorando e sentir que tudo bem, que não é preciso reprimir nosso próprio choro (há formas e formas de acolher nosso choro!). São pequenas mudanças de olhar e atitudes a respeito de nós mesmas, da bagagem que trazemos, que vão nos ajudar a lidar com nossos filhos de outra maneira, a enxergá-los de outra maneira. Reconhecer nossa humanidade, e também nossa animalidade, pois nossos filhos trazem muito disso para nossas vidas. Basta nos abrirmos, não só para dar, mas para receber este presente que eles nos trazem: a retomada de contato com a nossa própria presença. Quer melhor presente do que este no Dia das Crianças?


Fonte: desconhecida na internet

3 de mai. de 2013

Trabalhando em casa


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Como muitos pais certamente você já sonhou em trabalhar em casa. Solucionaria todos os seus problemas – nada de trânsito nem corridas à creche e, além disso, pode coordenar seus horários todos os dias. ¿Pode ser mais fácil?

Um grande número de pais trabalham regularmente em casa ou podem fazê-lo ocasionalmente. A revolução do trabalho à distância tornou possível que mais pessoas possam atualmente trabalhar de casa. 

mulher trabalhando - 3Quando alguém liga por um serviço, o telefone pode ser reenviado ao escritório ou a sala de estar. Uma grande variedade de profissionais moveu o lugar de trabalho de um edifício de escritórios para a casa: web designers e de software, tradutores, arquitetos e engenheiros estruturais, designers gráficos, escritores, editores, consultores, contadores e muito mais.
Existem muitas oportunidades para trabalhar em casa. 

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Trabalhar em casa é uma boa opção quando você tem que escolher entre sua profissão e cuidar de uma criança pequena. Exige, da mesma forma novas e diferentes maneiras de pensar. Poderá chegar a esta reunião telefônica a tempo? Como escolher entre uma pilha de trabalho e um pilha de coisas para lavar quando a criança estiver finalmente na cama? Como colocar seu filho e seu trabalho em primeiro lugar? Os bem-sucedidos trabalhadores de casa são normalmente auto-motivados, disciplinados, têem uma boa capacidade de organização dos tempos, são bons comunicadores e têm uma família que os apóiam. 
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Trabalhar em casa dá mais controle sobre sua vida, e permite ser mais produtivo além de ser uma maneira mais flexível e poderosa de organizar o excesso de trabalho. Mesmo assim, você terá que combater exitosamente às vezes os sentimentos de solidão e falta de motivação.

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Trabalhar em casa pode ser conveniente e flexível, mas também traz alguns desafios quando você tem filhos, o que exige soluções únicas. Apresentamos algumas maneiras em que os pais que trabalham em casa podem controlar com sucesso tanto a vida familiar como seu trabalho:




Coordene o cuidado do filho.Mesmo quando puder ajudar somente por algumas horas por dia, você vai ter menos estresse se não tentar ter reuniões quando o seu filho estiver vendo televisão. Filhos e colegas vão estar mais felizes quando receberem sua total atenção e você se sentirá menos estressado quando puder se focalizar.
Estabeleça uma rotina de “ir ao trabalho”. Mesmo quando o seu escritório estiver somente alguns degraus acima, se vestir e ir a um lugar trabalhar ajuda a criar um modo de trabalho. Qualquer coisa que ajude a mudar os papéis é útil, desde uma caminhada, ou entrar em casa por uma porta diferente da do seu escritório, até preparar uma xícara de café ou chá e abrir os e-mails em um horário específico. Estas estratégias não apenas ajudam a realizar a transmissão entre pessoal e profissional, como também ajudam para que sua família saiba quando você está trabalhando.
Faça do trabalho um espaço que seja seu. Pode ser difícil para sua família entender que você está trabalhando e que não deve ser interrompido, especialmente se o escritório for a mesa da cozinha. Ter seu próprio espaço, com uma porta ou separação que possa ser fechada, ajudará a todos para que saibam quando você está trabalhando.
Respeite tempos que sejam somente para o trabalho. Apesar de que alguns com um pouco de sorte podem combinar uma conferência telefônica, regar as plantas e lavar coisas ao mesmo tempo, este tipo de atividades múltiplas são estressantes para a maioria de nós. Cuidar de uma criança pequena pode gerar situações imprevisíveis e distrair como som de fundo quando você estiver no telefone com o chefe ou um cliente. Separe tempo que seja só para trabalho, sem distrações, dia ou noite. Seu empregador e colegas vão gostar de ver que podem confiar em você quando for preciso. Se respeitar seu tempo de trabalho, sua família também o fará.
Reserve um tempo para estar sozinho com seus filhos. Só porque você tem horas específicas de trabalho não significa que tenha que ignorar seus filhos durante o dia. Definir um cronograma que permita ter um descanso e almoçar com os filhos pode melhorar suas habilidades criativas e saber que eles terão tempo com você, servirá aos menininhos para que sejam pacientes quando você estiver trabalhando.
Quando seu filho estiver doente, não trabalhe. As crianças doentes normalmente querem e precisam de muita atenção. Se não puder tirar o dia livre, se dê tempos extras de relaxamento ou tente renegociar as datas de entrega..
Deixe o trabalho quando tiver terminado. Por mais que possa ser difícil resistir a ver os e-mails, faxes ou mensagens de voz, você vai ficar louco se não o fizer. Desligue o telefone e o computador quando for embora do escritório.
Seja flexível e mantenha o senso de humor. A vida está cheia de mudanças e nada e previsível. Pense na vida como um jazz – manter as mudanças como acordes e o resto é improvisação. A vida não é uma panacéia, mas quando você pode rir dos momentos duros e conseguir soluções para as problemáticas do dia-a-dia, ela pode oferecer uma grande variedade de opções para as famílias trabalhadoras com crianças pequenas.

Fonte: http://www.pampers.com.br
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