2 de fev. de 2013

Bateu a cabeça. O que fazer?

Bateu a cabeça. O que fazer?
Por Denise Carceroni
É muito comum que as crianças, principalmente as menores, caiam e batam com a cabeça. Elas ficam aos prantos e nós ficamos desesperadas! O que fazer nessa hora?
A mamãe sempre se perguntam se existe alguma coisa para passar nos "roxos e galinhos". Seguem as dicas para vocês também!
Fazer uma compressa gelada no local por 15 - 20 minutos e repetir o procedimento após 20 minutos, é o indicado nesses casos. O gelo é anestésico e causa vasoconstrição, fazendo com que o edema (inchaço) seja menor e também o aspecto arrocheado. Não há necessidade de aplicar qualquer tipo de gel. Existem pomadas indicadas para hematomas, mas consulte o pediatra e verifique as indicações de uso.

Alguns cuidados são interessantes para minimizar os acidentes:
  1. Retire tapetes e objetos pontiagudos (mesas, cadeiras) do local onde a criança está brincando, utilize equipamentos que melhorem a segurança do ambiente;
  2. Evite o uso daqueles "andadores", as quedas são muito freqüentes;
  3. Quando estão aprendendo a andar, os calçados as vezes atrapalham mais do que ajudam, verifique se estão bem justos aos pés;
  4. Cuidado com o uso de meias e pantufas, certifique-se que possuem antiderrapante ou deixe seu filho descalço;
  5. Nos parquinhos certifique-se que o piso é adequado, seja de grama, areia ou emborrachado.
No caso de batidas na cabeça, mantenha a calma, por mais que a criança chore, por mais grave que possa parecer!
Leve imediatamente ao Pronto Socorro quando, nas primeiras 12 horas:
  • Ocorrer desmaio,
  • vômito,
  • tontura,
  • desorientação,
  • dores de cabeça,
  • fala inarticulada,
  • dificuldade para andar.
Não force a criança a ficar acordada se estiver no horário de dormir, alguns médicos recomendam acordá-la de hora em hora nas primeiras 4h, e verificar se está respondendo bem ao ser estimulada.
Procure lembrar-se da maior quantidade de detalhes possíveis para ajudar no dignóstico médico:
  • como ocorreu o acidente;
  • quando;
  • qual a altura da queda;
  • em qual superfície ele bateu;
  • quais as alterações de comportamento;
  • aparecimento de inchaço em outras partes do corpo.
Fique sempre por perto, de olho nos pequenos, mas permita que eles explorem todas as possibilidades de movimento, pois será muito importante para seu desenvolvimento motor. As quedas fazem parte desse processo e na maioria das vezes não oferecem risco. Na dúvida, consulte um médico.

MINHA EXPERIÊNCIA
Aqui vai uma experiência minha com Cecília. Em Outubro do ano passado eu tive de levala para Curitiba para passar om um neurologista pediátra, pois aqui não temos um. Bem, no dia 06 de Outubro, a minha sobrinha Andressa foi nos buscar para passear com o Rudy, fomos ao shopping, fomos ver a Andréa, e na volta para casa, sentamos todos na sala para conversar, quando a Andressa e o Rudy se despediram para ir embora, eu me levantei para me despedir, minha mãe também se levantou e de repente o susto! Cecília também quis se levantar, mas como ela não sabia fazer isso, se atirou com o rosto no chão, ela foi rápida, colocou as mãos na frente do rosto, mas o susto oi grande, ela gritou tanto, eu também chorei junto com ela, mas fiquei somente observando ela, caso tivesse alguma alteração, mas graças à Deus foi só o susto, e que susto, ela passou no neurologista e está tud bem com ela, ele pediu outras avaliações de ortopedista e endocrionologista, mas está tudo bem com ela. Todos os exames que pediram deram normais. Hoje ela se levanta e está treinando para logo logo me deixar maluca correndo pela casa, la já anda por tudo se apoiando nos móveis, e quando ela não consegue passar de um móvel para outro ela se senta e se arrasta até o outro, então se levanta e começa tudo de novo. Ontem ela subiu no sofá sozinha, o que me arrepiou, pois quando foi sentar ela estava na beirinha e poderia ter caido de novo, mas minha mãe a segurou e ficou tudo bem. O melhor é nunca entramos em desespero, assim como nós temos, não vamos conseguir livrar nossos filhos das cicatrizes, pelo contrário, isso faz parte do nosso crescimento. Beijos e nos contem suas experiências de susto com seus bebês. Beijos

Lauri Sandra

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